Archive | March, 2010

Ontem eu fui assim:

31 Mar

Segunda-feira, calor-calor-calor (alguém avisa pro nosso padroeiro que a estação virou? Ninguém aguenta mais cantar purgatório da beleza e do caos, já deu), eu insisti em dormir mais 10 minutos e olha, dez minutos antes das 6 da manhã fazem uma diferença que nenhum cientista consegue explicar. Então peguei o vestido mais à mão, aquele que não amassa e tal, fresquinho. Aí coloquei esse aqui:

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Idaí que, néam, o vestido é curto. É curto sim. Olha bem.

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E mostra a tatuágy:

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Então. Sorte que o dia foi corrido. Ninguém comentou.

Vestido Leeloo. Sapatilha Juicy Couture. Gatos do acervo da produção.

NOTA MENTAL: Da próxima vez, usar no frio, com meia calça.

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P.S.: In love com a minha nova aquisição:

Sapatilha maravilhooooosa, Juicy Couture, comprada no Sapato Online! É de veludinho, confortabilíssima e toda trabalhada no loosho e ryqueza!

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Viciada em sapatos, eu? Magina.

Tiradentes, Imporium e a importância das blogueiras

29 Mar

Então, né. Tirei os cisos na sexta-feira.  A cada marretada de dor, enquanto pedia mais um shot de anestésico e rezava pra baba não escorrer além dos limites da dignidade, eu só pensava numa coisa: nada mudou de Tiradentes pra cá. Nada. Esse negócio de odonto, de instrumentos prateados e reluzentes só tem um nome: ba-le-la. Na hora do vamos ver, desde Joaquim José da Silva Xavier o método é o mesmo: pá de pedreiro, broca e pé de cabra. O horror, oh, o horror.

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Cadê o laser?

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Então, cos dentche tudo podre mesmo, toda trabalhada no ponto-cruz dentro da boca, eu fui a um casamento e a um encontrinho. No casamento, joguei o cabelo de ladinho pra face inchada e parti pra jogo:

Oi, não sei passar sombra. Beijos.

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E no encontrinho, parti pros sorrisos meio tortos - desculpe, estou com a boca remendada – mas chupei uns brigadeiros, tomei suquinho e fiz uma das coisas que mais gosto: confraternizar! Foi o encontrinho da Imporium – coleção Outono/Inverno 2010, e foi mó legal encontrar azamiga de sempre, azamiga nova. Isso sem contar com os sapatchinhos que a Shopaholic aqui quis comprar pagando 5 vezes no cartão, com entrada em cheque e serviços prestados à loja (bora varrer o chão pra pagar as compras?). Pena que não tinha praticamente NADA do meu número. Sério. Malzaê, Imporium, mas mil blogueiras indahouse e vocês não tem nada 37? Aí não pode. (Se Deus existe, ele estava ali do meu lado, protegendo o meu cartão.).

Simbora pros highlights do eventchinho?

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Bolsinhas maravilhosas que quero djá.

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Bel, do Louboutin Girls, e Annina, do Não Sou Sofisticada

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Coturno maaaara que olhou pra mim, piscou, mas mandou avisar que não é meu número.

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Robert é loosho e ryqueza, gente. Lindo! Adorei te conhecer!!!!

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Esse oxford ocupa um lugar especial no meu coração. Maravilhoso.

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Esse é pra quem pode mesmo: altíssimo e R$ 279. Esse tinha meu número… mas acho que nunca usaria! Falta poder!. Snif!

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Azamiga trabalhada no prosecco e no suor

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Nat do Modernyces e Nat do Porcinas (morri com essa faixa, quero hoje!)

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Olha a Lia do Just Lia, Brasiiiiil! Chorei pequenos rostinhos de Hello Kitty!

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Achei muito bacana a iniciativa da Imporium de reunir tantas meninas assim. Foi bem bacana, deu pra ver os sapatchinhos – no meu caso, só não deu pra comprar mesmo – e conhecer um monte de gente. Por isso, queria agradecer ao meu pai e ao Brasil a Imporium e ao Modices, que organizou o eventinho, e a todas as participantes que compareceram, phyníssimas, mesmo num calor from Senegal. Foi show!

Hoje, segunda-feira, ainda pensando no encontrinho, dei de cara com a linda coleção da Intuitif em homenagem às blogueiras. Não é o máximo? Acho que, aos poucos as marcas vão reconhecendo a gente como formadoras de opinião. Nós, blogueiras, falamos para um público seleto, é verdade, mas muito fiel. Conheci várias meninas nesse um ano de blog (meu Deeeeeus, fiz nada pra comemorar!!), e a galera é muito gente boa, critica mesmo, pergunta, elogia, e fala o que pensa. E, sempre que possível, eu tento ouvir, e sinto bastante orgulho se represento alguma dessas pessoas. Sim, pq a Lilian Pacce não me representa, néam? Me sinto muito mais espelhada em meninas assim como eu. E é muito bacana ver que as marcas estão olhando pra gente e vendo potencial. Legal mesmo.

Vocês ainda lêem revistas?

27 Mar

Eu sempre gostei de revistas. Das vezes que viajei pra fora do Brasil, comprei revistas – ou pelo menos passei em bancas de jornal pra conferir o estilo editorial, as capas, as montagens internas. Hoje, com a proliferação dos blogs de moda, a gente acaba chegando na banca e se deparando com poucas novidades, é verdade, mas uma coisa é certa: não me canso de ler revista. Gosto de folhear, marcar, recortar. As portas do meu armário são cheias de colagens de coisas interessantes que vejo por aí (#14anosfeelings), e sempre que sobra um dinheirinho, eu compro uma revista – é tipo comprar esmalte, sabe? Sacia aquela vontade de gastar e não dá culpa depois.

Já li muuuita revista de emagrecimento, ginástica, era o pecadinho que eu escondia durante a faculdade de jornalismo – todo mundo lá dizendo que lia a Caros Amigos, Piaui e afins, e eu gostava demais da Boa Forma – mas hoje eu já me convenci que nunca serei magra, sempre serei coxuda e barrigudinha. Então superei isso e passei pra outras revistas, mas ainda não cheguei nas intelectualizadas – quem sabe até os 30 eu chego lá. Ai de mim. Então vou confessar, hoje eu leio:

* Estilo (In Style): pelas compras de loosho que eu provavelmente nunca farei, além dos editoriais bacanas que rolam de vez em quando;

* Gloss: eu gosto bastante da pegada girlie, e acho que rolam boas dicas de compras;

* Criativa: é mais adultinha que a Gloss, né? Gosto das matérias;

* Nylon: comprei pela primeira vez tem pouco tempo, e me apaixonei pela linha editorial meio oitentista e bagaceira;

* Capricho: Pq na minha época não era tão bonita! Aí de vez em quando compro e saio do jornaleiro falando algo como “minha irmãzinha vai amar! Ah, essas adolescentes!”

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As revistchinha

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Aí, depois de comprar esse monte de tranqueira, eu marco ou recorto tudo, coisas que quero usar, penteados, futuras compras…Daí pensei: pq não colocar lá no blog? Não necessariamente editoriais – esses você encontra numa googlada – , mas coisinhas interessantes que marquei por aí?

O que vocês acham?

Nossa, tô bem cansada, viu?

25 Mar

Trabalhando bastante.

Meio de saco cheio da pós.

Sem um tempinho pra fazer um Momento Cabelón decente.

Mas não me canso do xadrez.

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Combinei com vários colares pra manter uma pegada rocker(zinha). A trancinha lateral foi uma bad hair day solution:

* ei, quem seria aquele bebê gordinho ali atrás? :P

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Close:

Correntão de prata que achei no cinema (!). Anjinho e lacinho do fundo da caixinha de joias…

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Dicas de peças xadrez? Me conta: soshopaholic@gmail.com

Pense comigo…

23 Mar

Esse fim de semana encontrei meus amigos da época do colégio. Sempre nos encontramos pra fofocar, beber e rir, são pessoas muito queridas pra mim. Aí, durante o encontro, falei do blog – alguns tinham visto a matéria no JB – pela primeira vez. Sim, pq eu nunca tinha divulgado o blog entre os meus amigos. Nunca contei. E aí fiquei explicando pra eles como tudo começou, como é esse mundinho blogs de moda, falei que conheço muitas blogueiras pessoalmente, de sair pra almoçar, já fui até um show com a Vê e tal, e aí me dei conta de uma série de coisas que a gente passa a considerar normal depois de um tempo, mas nem são, né. E dessa epifania saiu um textinho meio bobo, mas com espírito de manifesto, que posto agora pra vocês:

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Quando a gente cria um blog é como um bebê: pequenininho, frágil e com uma cara de joelho que não lembra muito a nossa. Aos poucos, vamos conhecendo outras meninas (os), comentando e, como retribuição, essas pessoas acabam conhecendo o nosso baby. Se gostarem, voltam pra ver mais. Se não, fica por isso mesmo.

Aos poucos, a gente cria uma rede. Uma rede de conehecidas, amigas, visitantes ocasionais. São pessoas que, de uma forma ou de outra, estão interessadas no que temos a dizer – e pode ser um blog de cabide, de livros, de Big Brother, de looks diários, de qualquer coisa. Se essas pessoas forem muitas, o blog vira um hit, como tantos que conhecemos. Se o blog não tem tantos leitores, continua no mesmo nicho. E isso não é ruim.

Mas quando um blog bomba, todo mundo sabe o que acontece: as marcas abrem o olho, mandam kits, brindes, rt no twitter, até te convidam pra cobrir desfiles – se você tiver um blog de moda, claro – e você vai se tornando conhecida em outras esferas, e não somente aquelas suas fiéis leitoras. Você vai sendo (re)conhecido pelo seu trabalho, e isso é sempre muito bom.

Famosidade
O passo seguinte é difícil. É o tal do “ser famosa”. Independente da proporção que isso possa ter. É ouvir (ou ler) que você é muito bonita, que você se veste super bem, que você é engraçada, ou culta, ou interessante de alguma forma. É quando o ego cresce. Deixa eu te dizer uma coisa: meu blog é um grande alimento para o meu ego. Eu recebo elogios o tempo todo aqui, e isso é maravilhoso, quem não gosta? Imagina se esses elogios vierem acompanhados de presentes, convites, matérias no jornal? Já era, eu virei a Carolina Dieckman e não contei pra ninguém.

Por mais que eu me ache, não posso vir aqui e dizer, sei lá, que lenço palestino é o fim do mundo. “Não me diga o que eu não posso fazer”, é uma frase de um personagem de Lost que eu adoro, o John Locke (alô Lostmaníacos, beleza?), e que sintetiza o que eu vejo por aí. Não posso dizer isso, gente. E quem pode? Se a Chanel tem a coragem de trazer o tamanco de volta, quem sou eu pra dizer que você não pode usar sandalinha de acrílico? Eu posso dizer o que não gosto, mas não posso decretar o fim de nada, apontar o dedo pra sociedade blogueira e dizer, oh, morreu, pelamordedeus. Cada um é livre para fazer o que quiser, até ser humilde. Até concluir que eu não sou Anna Wintour – e acho que nem Anna Wintour tem direito de ser escrotinha, né? O mundo dá voltas. Então acho que, assim como o blog é um exercício para o ego, a internet também pode ser um exercício de humildade. Pra gente ver que não é tão formador de opinião a ponto de querer mudar a dos outros.

P.S.1: Outras blogueiras queridas também fizeram posts-protesto. São elas as lindas Annina, Lily, Ana e a It Guél. Todas muito delicadas, educadas, mas não menos incisivas. Adorei, gatas.

P.S.2.: Não sou perfeita e não estou dizendo que todo mundo deve ser. Sou gordinha, tb acordo de mau humor, nem sempre respondo comentários, não consigo visitar blogs com muitos erros de português, às vezes escrevo e pareço arrogante, nossa, tenho vários defeitos, todo mundo tem. Mas vamos refletir pra ver se a gente pode ser melhor? – Agora, tal qual cantor poupando a voz no meio do show, eu jogo o microfone pra galera. Se façam nos comentários. beijos.

Cumprindo promessas

22 Mar

Usei o meu amado no trabalho (Sábado é casual day, gente!Pelo sim, pelo não, evitei contato com a Diretoria nesse dia.):

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E pra dançar no aniversário da minha amiga Bruninha (beijo, gatona!):

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Basta cair uma gota de chuva do céu pra eu querer calçar essa belezinha.

Gracias, San Pedro.

Oh, lindo All Star de cano médio,

21 Mar

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Meu amor por ti é puro, é verdadeiro,

É sagrado, é eterno,

Prometo usar-te o ano inteiro,

E investir num look bem muderno.

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Vou falar que é amor, vou jurar que é paixão, edizeroqueusintocomtodocarinho pensando em você…

[Alô Alexandre Pires, beijo!]

Tô sentimental essa semana, gente, desculpaê.

Navy again

18 Mar

Tô adorando essa moda navy. Acho phyno, acho sexy, acho que tem personalidade… então estou sempre de olho em peças listradas, brancas, vermelhas, azuis. E qual não foi a minha alegria ao encontrar essa blusinha listrada na Opção por 19,90? Fica a dica pra quem quer camisetas podrinhas: a liquidação da Opção está cheia delas, com precinhos que vão de 20 a 50 reais! Tá valendo!

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Saia IND. Cinto Renner. Sapatilha Imporium. Blusinha listrada Opção. Colar ferdy.

Vocês também estão gostando desse estilinho, ou acham muito caricato?

P.S.: Eu amo com todas as minhas forças esse cinto, com fivelão exótico, que encontrei lá na Renner no inverno passado. Alguém tem dicas de onde encontrar outros nesse estilo? Valeu!

Precisamos de um DIY depois que Lady Gaga

17 Mar

mostrou, no clipe de Telephone, que não há limites para as tachas:

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Fato que vou treinar essa dancinha na frente do espelho, beijos.

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Mas nem sempre rola paciência para tachar alguma coisa, né? É um saco ficar furando uma a uma, lascando unha e tal. Aí descobri essa paradjénha aqui:

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Essa é uma folha de strass adesivos, que são aplicados com calor, usando uma prensa. Você encontra essa folha em vários formatos (dá pra aplicar flores, caveiras, pássaros, tudo) e tipos (tem mais brilhante, fosca, grande, redonda, quadrada), em armarinhos, lojas com artigos pra carnaval (!) e, se tiver sorte, em uma loja que só vende isso (encontrei uma na Av. Passos, no meio do Saara! Fica ao lado do Mc Donald’s). Essa que eu comprei era mais fosca, mais parecida com tachinhas, e eu queria aplicar só nos ombros de uma blusinha. Então fiz assim:

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esse foi o molde em papel do espaço que eu queria “tachar”, já que comprei a folha de strass sem formato definido.

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Corto a folha no formato do molde.

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Nossa, ficou igualzinho… NOT!

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Agora começa a parte de legal: eu encaixei o ombro da blusa bem no local que queria “tachar” no canto da tábua de passar, e acertei o plástico com os strasses (existe plurar pra strass?) no local exato. Aí é só cobrir com um paninho (usei uma saia velha de viscolycra) e pressionar o ferro em cima, já quente:

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Aí, depois de tooooda essa dificuldade, é só tirar o plástico e está pronto!

OBS.: Caso algumas pedrinhas não colem no tecido, use um pouco de ignorância, e pressione o ferro quente diretamente em cima do plástico por 2 segundos (não derreteu, e o strass rebelde colou).

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Mas e o resultado final? Usei hoje!! TAH-DAH!!

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E aí, curtchiram? Bora tachar as calcinha agora?

DIVA

16 Mar

Diva que é DIVA fica com o cabelo esvoaçando o tempo todo – taí Beyoncé que não nos deixa mentir, alguém foi no show da moça? E como nesse dia eu tinha recebido um elogio da minha amiga Aninha no trabalho – ela disse que o meu look estava super apropriado para escritório, mas sem perder a personalidade – e tinha voltado a malhar (tô correndo na esteira, gente, realizando meu sonho de ser uma-diva-que-corre), tirei fotos esvoaçantes. Se liga:

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O gato desistiu diante tamanha divice.

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Saia do armário da minha mãe. Blusa podrinha Lucidez. Sapatilha Empório Naka. Tira de pano usada como cinto tirada dessa blusa aqui (vinha junto).

 

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