Archive | June, 2010

Momentinho insanidade

29 Jun

Olá, meu nome é Fernanda, mas também sou conhecida como alocka dos produtos licenciados. Explico: quando eu gosto de uma coisa, de um filme, de uma banda, até mesmo de um lugar, fico meio atacada atrás de produtinhos. Quero camiseta, poster, miniatura, bonequinho pra segurar cartão, porta-lápis, porta-retrato, boné (pensando bem, boné não, meu cabelo não permite). Quero lotar meu quarto com quinquilharias. E, surpresa! Meu quarto É lotado de quinquilharias. Tenho um poster de Twilight, outro de New Moon. Cartões postais do Wall-E, bonequinho do Wall-E, até caixas de papelão que imitam os entulhos do Wall-E. Isso sem contar com as bobagens da Hello Kitty. 

Sem comentários para o estado do meu quarto.

Um lixo, uma bagunça e um desespero.

Mas tudo pode ser pior. TU-DO.

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Quando você achava que estava mal, tem sempre alguém lá no fundo do poço acenando e mostrando que sim, é possível chegar mais embaixo.

Dai-me luz, ó, Santa Protetora das Meninas que não Amadurecem!

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E Eclipse estreia amanhã ESTREIA HOJE, SUA LOUCA!! QUASE QUE PERDE A SESSÃO!, iohohhioho (risada de nervoso, meio estilo Zacarias dos Trapalhões) e eu vou assistir  cazamiga viciada do trabalho na sessão de meia noite. É isso aí. Momentos de tensão (@huckluciano).

Mas Fernanda, e a Copa?

29 Jun

Você não tem uma blusa do Brasil?

Até tenho, uma meio retrô, era do meu irmão, mas ele cresceu.

E os jogos, você não assiste?

Assisto. Em casa, na casa do namorado, em restaurantes (quando tenho que voltar para o trabalho). E falo bobagens por 45 minutos sem parar.

E unhas verde-e-amarelas, rola?

Rola verde, um tiquinho. Mas não me venha com nail art.

Uma misturinha que fiz juntando verde escuro da Impala, Marina, Renda Vitrilhos e um pouco de branco. Ah, e as cutículas mal tiradas.

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Mas então, Fernanda, pq nenhum look da Copa?

Ahmmmm… primeiro pq não acho meus looks-pra-ficar-no-sofá a coisa mais linda do mundo. E segundo pq…

 

QUARTAFEIRAESTREIAECLIPSEEEUVOU

ASSISTIRAPRIMEIRASESSÃO!!!!!!!!!!!!!!!!

Dia desses…

28 Jun

… eu usei meu casaco de oncinha!

Estava fazendo muito frio no Rio, e eu estava perto da praia. Resultado: uns 16º!!! Precisei comemorar, ou não teria outra oportunidade de usar o meu amado – e peludo – casaco.

O look foi sugestão do namorado:

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Isso pq a gente só ia comprar uma comidinha japonesa pra comer em casa – que tava mais quentinho!

Legging Smash. Tshirt Zara. Casaco de oncinha Zara. Tênis Maria Filó.

Chegou a vez da Lidiane!

26 Jun

Gente, hoje quem conta a sua história capilar é a Lidiane, que mora em Malmö, na Suécia, com o maridão. A história dela é bem legal, a Lidi praticamente passou por todas as “opções” oferecidas normalmente aos cabelos crespos. No entanto, precisou que o marido dela, que é estrangeiro, falasse que seus cachinhos eram lindos para que ela recorresse a um outro caminho. Me lembrou um pouco a história da Manu, vocês lembram dela?

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Minha história capilar começa bem cedo, aos 6 anos creio eu qdo minha mãe de tanto ouvir que meu cabelo ia ficar liiiiindo resolveu sucumbir às pressões alheias e me passar henê.  A primeira reação dele foi, claro, quebrar todo.  Meu cabelo sempre foi muito crespinho e fino, não agüenta esses trancos.  Ainda assim levou muitos anos pra eu chegar a essa conclusão.  O henê fez parte da minha vida (junto com bobes, babylisses e escovas modeladoras, que eu aprendi a usar sozinha já antes dos dez anos de idade) até minha adolescência.  Depois disso uma outra novidade veio revolucionar a minha vida: o alisante!  Finalmente era possível tingir meu cabelo de outra cor que não o preto.  Não que tivesse feito muita diferença dado que a cor escolhida foi o castanho-escuro. :D


Com o tempo e uma garrafa amarela de tampas e letras vermelhas chamado Care Free Curl Gold eu descobri que meu cabelo podia fazer cachos.  Adeus bobes, adeus cabelo meio liso, meio armado.  Foi a primeira vez que usei um ativador de cachos, quando ainda nem sabia que o nome era esse.

A onda do permanente eu pulei só porque eu ia ter de cortar o cabelo todo pra poder começar.  Nem nas muitas vezes em que ele quebrou e eu tive que cortar bem curto eu considerei o permanente pelo tempo de chá de cadeira no salão que isso envolvia.  Não.  Parti direto pro relaxamento.  Esse me acompanhou o resto da minha vida adulta.  Até eu passar por um daqueles ciclos qdo o cabelo enfraquece, não poder fazer nada e ter de cortar tudo.  Daí eu dei uma chance pro permanente.  Até gostei mas ainda assim foi uma chance só.


Voltei a fazer relaxamento.  Nessa estrada toda foram-se 18 anos.  E em toda essa metamorfose de cabelos eu encontrei meu namorado que é na verdade o maior responsável pelo meu look atual o que dá uma outra história.

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Depois de 1 ano e meio de namoro nós fomos morar juntos e aos poucos ele começou a acompanhar o “processo” pelo qual eu tinha de passar a cada 3 meses.  Intrigado perguntava porque eu “matava” me cabelo, porque eu não deixava ele respirar e etc.  Eu achava que ele não entendia por nunca ter tido proximidade a alguém com cabelo étnico e pra mostrar pra ele que ele só entendia de cabelo de viking fui eu bem pirracenta deixar meu cabelo crescer sem química.  Passei bem uns 2 anos e meio trançando e retrançando.  Nesse ínterim comecei a buscar na net fotos de meninas que tinham passado por esse mesmo processo de quase redescoberta.  Acontece que quem se convenceu fui eu que dava pro meu cabelo viver em paz sim, e que eu até podia passar alguma química mas ia ser só se eu quisesse, pra obter um certo look que só fosse possível através de química e não porque eu realmente PRECISAVA.  Aliás depois disso eu percebi que precisar, precisar ninguém precisa.  Pode ser a ferramenta pra ter o cabelo de uma certa forma, mas precisar, de necessidade mesmo foi uma idéia passada de geração em geração e hoje todo mundo acredita sem nem saber o porquê.

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Voltando ao assunto o cabelo que eu mais gostei na minha vida foram as tranças por me poupar uns bons minutos de styling e me dar uma liberdade enorme e me economizar os bad hair days.  Mas curto muito os meus cachinhos hj e me sinto uma tonta por ter corrido tanto atrás de algo que eu já tinha naturalmente.

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Até agora AINDA não escutei nada bizarro (negativo) a respeito do meu cabelo.  Só uma chinesa que perguntou o que eu fazia e ao me ouvir dizer que “Nada, ele é assim” ela me abre um sorriso e diz: “Que sortuda, nem precisa gastar dinheiro com permanente!”. Tava até meio receosa de ouvir todo tipo de piadinhas ao voltar pro BR mas até que também foi tranqüilo (tem trema ainda? Preciso urgentemente de uma gramática!).  Aliás outra coisa bizarra era eu aparecer sem tranças de um dia pro outro e me perguntarem porque cortei meu cabelo.  Tinha gente que realmente acreditava que era tudo meu!

So Lo

24 Jun

Eu sei que a maioria das blogueiras de moda morre de amores por Audrey Hepburn, e não as critico. Audrey era um exemplo de elegância, estilo, mas também humildade. É olhar para ela e sentir uma calma, mas ao mesmo tempo, um interesse profundo. Ela tem aquele olhar de quem sabe de alguma coisa que você não sabe – e morre de vontade de saber o que é.
 
No entanto, esses dias, tenho visto um monte de imagens de Sophia Loren. E não posso deixar de me encantar com essa mulher – com esses olhos, essas sobrancelhas arqueadas – e com o seu jeito completamente feminino, arrebatador e provocante, mas anos-luz distante de mulheres fruta, funkeiras ou mesmo celebs gringas. É sexy e clássica ao mesmo tempo.
 
Então estou assim, apaixonada.

P.S.: Olha que legal esse site que a minha xará Fernanda mandou!

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* o WordPress decidiu espremer todas as fotos que ele considera grandes demais. Quem foi o IMBECIL que achou que assim ficaria melhor?

Yo, brothaa!

23 Jun

Vocês sabem que eu adoro um lenço. Uso enrolado no pescoço, jogadinho… mas lenço no cabelo é uma das coisas mais modernosas e charmosas que tem pra mim. Toda vez que eu vejo alguém usando, acho puro amor – e vocês já viram como é difícil encontrar mulheres usando por aí? Infelizmente, quando a gente vê alguma moça usando,os principais motivos são dois: uma doença ou a hora da faxina. Ruim, né? E meio triste também.

Assim eu resolvi, esse fim de semana, ousar com um lenço na cabeça.

Ia encontrar com amigos meus de longa data – estudaram comigo desde a 5ª série, pelo menos. Outros já me conhecem desde os 7 anos de idade. Iamos bater papo, beber e rir no terraço da casa de um deles, à noite. O cenário seria perfeito: amigos, noite, por quê não ousar, não é mesmo? Tudo favorecia a tentativa.

Então eu fiz uma amarração que era pra ser uma coisa meio pinup, mas que, no final, acho que ficou meio os mano da periferia que curte um hip hop, certo?

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Curtiram? Querem saber como fazer? Então, uooooooooooooopa:

Vai lá na Central de Vídeos!!!

(só eu tô adorando esse negócio de “Central de Vídeos?” uahuahuha)

 

Pra me ver, pra ouvir minha voz de criança, meu sotaque miguxo, ou apenas pra ver que raios de fundo creuzo e cheio de quinquilharias que eu arrumei pra fazer o vídeo, é só clicar!

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P.S.: No fim da noite, depois de uns gorós, o lenço saiu um pouquinho. Aproveitei pra investir ainda mais no turbantismo!

Azamiga tudo gatchinha e eu mastigando um negócio (mas com uma elegâââância!)

Minha dica de investimento

22 Jun

Se você não está em um momento de recessão que nem eu, pode e quer fazer uma comprinha que valha a pena, eu só tenho uma dica: compre um cinto. Não precisa ser um cinto Chanel de 5158762 reais, mas um bom cinto de couro que custe até R$ 100.
 
Onde encontrar? Minha primeira dica é procurar em alguns brechós. Uma vez vi um cinto bacana meio surradinho por apenas R$ 5 em um brechózinho perto de casa, até hoje me arrependo de não ter comprado.
 
Mas se você não conhece muitos brechós ou não quer se aventurar naquelas vendas de igreja – cara, não sei como as meninas de São Paulo conseguem comprar bons vestidos por um real e outras pechinchas inacreditáveis – cheias de roupas mofadas/manchadas/fedorentas (por aqui pelo Rio nunca encontrei uma que prestasse, mas continuo tentando), eu recomendo uma visita a lojas pequenas, de rua. No Centro do Rio tem um monte, tenho certeza que na sua cidade também tem. Eu adoro lojas de rua, dá para encontrar cintos bacanas por uns R$ 30 ou R$ 50.
 
Outra dica bem legal é procurar em lojas de departamento, mas tem que ter paciência. Uma vez encontrei um cinto maravilhoso na Renner, com fivela dourada gigante, puro amor. Comprei mesmo sendo menor do que a minha cintura, então tenho que usar láááá em cima. Me custou R$ 30 e é sucesso garantido todas as vezes que estou magra o suficiente para usar.
 
Mas por quê comprar cintos e não vestidos/calças/saias, Fernanda? Bom, porque o cinto é capaz de mudar a cara de um look composto por aqueles vestidos/calças/saias que você já tem no armário, mas não aguenta mais nem olhar. Olha só:

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Mas eu juro que tava frio!

21 Jun

E dava para usar sobreposições, combinações de estampas, pashmina, meia calça e trench coat sem suar. Eu juro!

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É pq, ãhm, fez menos de 25º no Rio, então vamos comemorar.

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Olha o mix de estampas!

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Participação especial da gatinha-miu.

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… e do irmão

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… e do Sr. Cara de Batata

 

Trenchcoat Cupcake. Vestido Lucidez. Meia comprada no ebay. Pashmina Syn Acessórios. Sapatilha Juicy Couture. Unhas New York (Risqué)

Conta a sua história, Jaciara!

19 Jun

 

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Hoje é o dia da Jaciara contar a sua história!

Começamos a conversar no início do mês, quando fiquei chocada com um dos seus comentários aqui no blog. Nele, ela dizia que já tinha ouvido o “conselho” de que ela alisasse o cabelo para ficar com uma “cara de limpa“. Meu Deus, ainda existe gente assim, sério? Então para o mundo que eu quero descer!!

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Eu nunca gostei de cabelo alisado, mas isso não impediu a minha mãe de fazer tudo no meu cabelo, desde ferro quente até amaciamento. Eu detestava sair com aquele cabelo lambido.

Eu me lembro quando tinha era adolescente lá pela década de 80 e eu já gostava do estilo Michael Jackson e tive uma vizinha que dizia pra mim “por que vc não alisa o seu cabelo, fica com um aspecto de limpo”. É mole?

Além dessa da ” cara de limpo” quando eu trabalhei numa central de atendimento, com mais de 10 mulheres e na época boom da prancha, toda semana eu tinha que ouvir “Jaciara só falta você agora, faz menina pra ficar com uma cara de arrumada”….olha é triste!!!

Há muitos anos que uso cabelo enroladinho, nunca tive cabelão – um sonho que já abandonei, por sinal – o cabelon até já foi grande, médio, hoje tá curto. Tentei “imitar” você, mas infelizmente não ficou igual, o profissional cortou demais atrás, aí tá aquela coisa curta e enrolada atrás e maior com cachos na frente….agora é esperar crescer e tentar um outro look, mas sempre assumindo o crespo total…rs rs rs.

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Olha quantos cabelóns a Jaciara já teve, gente:

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E vocês? Já ouviram coisas bizarras relacionadas ao seu cabelo??

E a greve continua

18 Jun

Sabe aquele livro “O Segredo“, que diz que o mundo conspira ao seu favor? Então, eu tendo a acreditar que na verdade o universo conspira mais é contra mesmo, que Murphy é rei e que nem só de energia positiva vive o homem. Por isso mesmo, vocês devem imaginar a minha surpresa (e alegria) ao constatar que, ao tomar a decisão de não gastar esse mês, várias coisas boas começaram a acontecer comigo – e ainda não fui atacada por ankle boots, saias de renda e pechinchas de camelô, como achava que ia acontecer!

♥  Minhas comprinhas do ASOS chegaram. Depois que a mocinha do SAC me mandou dar a little jump in the Uruguayan Market  e eu achar que 2012 já tinha chegado, o pacotinho chegou. Minha amiga Manu comprou dois colares, eu comprei uma blusa podrinha com tema dos Rolling Stones e brinquinhos de morango que são puro amor.

♥  Minha tia me deu uma bota. Eu estava louca por uma bota preta simples desde o inverno de, sei lá, 2008. Tenho uma bota country, uma outra meio indiana jones, mas não tinha uma básica. Uma vez, na casa da minha tia, vi essa e achei o máximo, elogiei e tudo. Aí agora, mó tempão depois, ela viu que não usava mesmo e lembrou que eu tinha gostado. Me deu. Achei a coisa mais linda, prova de desapego e amizade. Obrigada, tia Alice!

♥ Fla Saad me mandou um mimo. Depois que leu meu post de indignação com o rímel da Bourjois, e me mandou um e-mail. Falou que tinha viajado, trazido um, que ia me mandar. Mandou. O embrulho fofo chegou, com bilhetinho, mostrei correndo pro meu pai e disse olha, uma leitora do blog que mandou. E ele abriu um sorrisão, achou a coisa mais simpática do mundo, e ficamos olhando o rímel e pensando que na verdade é mais que um rímel, né, é um gesto. Obrigada, Flá!

Então vou engolir minha língua e seguir firme no meu compromisso de não gastar. E enquanto não gasto, faço mais bijus, vejo roupas que não uso mais e dou aquela twittada para aliviar a tensão.

Firme e forte nessa luta!

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