Archive | February, 2011

Uma semana de “Equipments”

28 Feb

Meninas, a semana com looks de mistura de estampas foi um sucesso, todo mundo comentou e vocês até colaboraram com seus próprios looks! Então, resolvi seguir com mais uma semana temática e vou mostrar pra vocês todas aquelas camisas sociais larguinhas que adquiri (a maioria no refugão da Saara, na Rua da Alfândega) em diferentes composições. Espero que gostem e, mais, colaborem com seus próprios looks (bora resgatar aquela camisa social larguinha do pai, do namorado, do tempo de solteira da sua mãe? o lance é ca-vu-car o armário alheio).

Vamos então ao primeiro look?

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Essa camisa causou furor nas meninas mais observadoras. Isso pq as danadinhas ampliaram a foto desse post e viram que a etiqueta dizia “Diane Von Fustberg”. Bom, se é da marca ou não eu não sei, mas a camisa é uma fofura! Tem os ombros mais fofinhos (só eu chamo isso de “manga princesa”?) e é de uma “seda” (aquela que não reconhece materiais) muito fina mesmo. Só assim eu consegui usar uma blusa de manga comprida (mas com as mangas dobradas) em pleno verão carioca. A pele respira bem e não fiquei com pizza (eca) nem nada.

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A saia é mais uma criação de The Shopaholic Company em parceria com Dona Nininha Serviços de Confecção, hahaha. O tecido é totalmente anos 80 (clica na foto que ela fica maior): são fitas k7, patins e coisas fofas como lacinhos e corações. Sem contar que esse roxo é tudo! Fiz a saia toda pregueada, tipo colegial mesmo, e mais compridinha, para poder usar no trabalho.

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Gostaram? Amanhã tem mais um look com Equipment!

Mistura de estampas da semana

27 Feb

Quem mistura hoje é a Paula, do Beleza Sem Fronteiras! Paula vive em Paris (chiiiiique!) e mostrou pra gente que nem só de navy com floral se faz uma combinação de estampas! Paulinha arrasou misturando listras com… corações! Vejam que as cores são bem próximas (branco e tons de azul) o que faz do look uma inovação super “agradável” aos olhos! Fica a dica pra quem quer começar a combinar estampas:

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Eu adorei, e vocês?

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27 Feb

auhauhuah

Ele vem aí, gente! Tô separando um MONTE de coisas pro desapego!

Dona Nininha tem poder!

24 Feb

Não sei se deu pra perceber pelo conteúdo dos posts dos últimos dias, mas a verdade é que estou meio pra baixo. Tem a ver com um monte de coisas, incluindo o apartamento (ausência de), meu trabalho, e até a falta do meu amado celular. Parece que junta tudo, sabe? Acho que estou precisando de férias, isso sim. O bom é que elas estão chegando.

Mas acho que a minha sorte (e o meu humor) estão mudando. Ontem finalmente consegui comprar meu celular novo, olha que maravilha. Estava desde dezembro praticamente incomunicável, contando com os poucos orelhões que ainda funcionam nessa cidade. Fiquei tão feliz que falei pro moço da loja (que praticamente virou meu best) que ia dormir abraçada com o meu telefone, e o cara meio que acreditou. hahahaha. Fiquei tipo criança com um brinquedo novo.

Mas então. Vamos sacodir a poeira que o Carnaval vem aí, minhas férias também, e eu vou encontrar meu ap (aliás, gente, as leitoras do SS! são as melhores do mundo, viu? Vocês me deram muita força e me fizeram sorrir a cada comentário nesse post. Obrigada). Por isso, venho aqui lançar novidade! Sim, uma tag nova (tô viciada?), yay! E essa tag é um oferecimento de Dona Nininha, pq sem ela nada disso seria possível:

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Pra você que não aguenta mais as roupas que tem no armário!!

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Sabe aquela roupa que tem um potencial, mas que você não usa mais? Fica com pena de se livrar da peça, acha que ela merece uma transformação? Então vem comeego, vem transformar com a Shopaholic, vem!

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Esse vestidinho, da Checklist, foi uma das primeiras peças que comprei com meu suado dinheirinho, na época da faculdade. Larguinho e com uma certa pegada militar, era usado em todo lugar. Mas eis que o tempo passou, eu engordei, o vestido de repente pareceu muito curto pra todo esse conjunto aqui. Então parei de usar.

Folheando as páginas da Estilo, vi um monte de casaquetos usados sobre vestidos, e achei que seria uma boa aquisição. Mas pra quê adquirir se dava pra quebrar um galho em casa mesmo? Transformar o vestidinho encostado foi a solução. Tiramos o babado da barra e abrimos no meio do vestido. Querem ver como ficou?

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Stu Sutcliffe

23 Feb

Existe algo em torno de se morrer jovem, algo que as pessoas pensam, que orbita em torno dos seus pensamentos mais simples. Não que todos secretamente desejem morrer cedo, mas é como se houvesse um mito em torno desse fato. Como se todo mundo que morreu jovem tivesse enterrado consigo imensas possibilidaes, como se todos pudessem ser artistas incríveis, pessoas inesquecíveis, marcantes, professores, pais, mães caridosas, filantropos, poetas, atletas, políticos, amantes, cientistas, filósofos.

Como se James Dean fosse fazer outros filmes incríveis, como se River Phoenix virasse um sobrevivente forte tal Robert Downey Jr, como se Janis Joplin nunca perdesse a voz, como se Kurt Cobain desse sobrevida ao grunge.

A verdade é que não sabemos. E, nesse caso, o não-saber, a possibilidade que nunca se concretiza, é uma joia, é algo mágico que guardamos em nós mesmos inconscientemente. Então, pelo menos pra mim, morrer jovem é carregar consigo esse conceito indestrutível e também indecifrável, como uma previsão que nunca se realiza, um baralho jogado na mesa que nunca vai se provar verdade ou não. E essa possibilidade – impossível por si só – é algo fantástico pra mim. Um sentimento tão angustiante, mas ao mesmo tempo tão precioso, que sinto toda vez que vejo o River Phoenix, por exemplo: um e se.  Isso se repete agora sempre que leio um pouco mais sobre Stuart Sutcliffe, amigo de faculdade do John Lennon, talentosíssimo, amável, que participou da primeiríssima formação dos Beatles em uma turnê em Hamburgo.

Morreu aos 21 anos de hemorragia cerebral. Nunca se tornou o artista que se esperava e que se previa como futuro certo. Nem virou um Beatle aos olhos do mundo.

Nunca se casou. Nunca teve filhos. Nunca teve seus quadros comprados por milhões de dólares. Nunca. Mas, mesmo assim, se preserva em tantas mentes como a possibilidade de ter sido tantas coisas…

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Com a noiva, Astrid Kirchherr, que sugeriu o corte moptop dos Beatles

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Stu era baixinho e não sabia tocar baixo direito. Por isso, muitas vezes ficava de costas para o público, no fundo do palco.

*Óin*

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UPDATE: Minha sempre amiga em assuntos beatlemaniacs, Aline, me mandou o link sobre um livro que conta um pouco da história do Stu com os Beatles, em Hamburgo, e do seu relacionamento com Astrid. E o melhor: em quadrinhos. Me apaixonei pelos traços inocentes, quase infantis, e acho que tem muito a ver com o espírito juvenil e despretencioso da banda na época. E, claro, em como imagino o Stu:

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O livro está em pré-venda no Amazon por US$ 25.

A busca continua :(

22 Feb

Toda vez que vejo alguém que mora sozinho, principalmente alguém que aluga um apartamento, principalmente se é alguém de outra cidade que conseguiu fixar residência aqui no Rio, me bate uma certa tristeza.  Vejam bem, pq é uma confissão: é uma tristeza que vem de uma inveja profunda. E como não acredito em inveja boa, não acho que o meu sentimento é bom não. Mas é real. O fato é que não consigo acreditar em como essas pessoas conseguem.

Estou procurando apartamento com o João há mais ou menos 3 meses. Já vimos de tudo: Zona Sul e Zona Norte, apartamentos grandes e outros minúsculos (se o anúncio diz “cabe geladeira”, cuidado, pq é ou a geladeira, ou você), aluguéis inacreditáveis. Me dá uma vontade de chorar toda vez que me deparo com um preço abusivo, com um apartamento ruim ou pior – com um apartamento muito bom, mas que não vou conseguir alugar.

Pra checarem se você tem nome limpo, você tem que pagar. E não é pouco. Tenho que preencher uma ficha pra mim, uma pro João, uma pro fiador. Nessa brincadeira, R$ 180. Isso já deveria ser uma prova de que tenho algum dinheiro, mas não.

Saio na hora do almoço, saio mais cedo do trabalho, pq os horários de visitação de apartamentos são todos irreais. 11 da manhã. Quatro da tarde.  Ninguém trabalha? E toda vez que me encho de esperanças por um novo imóvel, algo acontece: alguém preenche a ficha antes, o proprietário desiste de alugar, sério, tem de tudo.

Então, grande parte das minhas preferências do começo estão no chão: só quero um lugar não muito pequeno, em uma rua não muito barulenta e perto do metrô ou de vários pontos de ônibus, pq não temos carro. Achei que isso fosse o básico, mas acho que é pedir demais.

It will be long

21 Feb

John Lennon nasceu com um dom para a música e a comédia que o levariam muito mais longe de suas raízes do que poderia ter sonhado. Quando jovem, foi a traído para longe das ilhas britânicas pelo glamour e a oportunidade aparentemente infinitos do outro lado do Atlântico. Alcançou feito raro para um artista britânico de apresentar música americana para os americanos e tocá-la de modo tão convincente quanto um profissional nativo, ou ainda melhor. Durante vários anos, seu grupo excursionou pelo país, deleitando platéias em cidade após cidade com seus ternos berrantes, cabelos engraçados e contagiantes sorrisos de felicidade.

Este, naturalmente, não era o Beatle John Lennon, mas o seu avô paterno homônimo, mais conhecido como Jack, nascido em 1855 (…) que virou membro da trupe dos Coloured Operatic Kentuchy Ministrels (Menestréis Operáticos de Cor do Kentucky), de Andrew Roberton.

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Outro dia encontrei com a Aline e ela disse que eu estava “em uma fase beatlemaníaca”. na hora eu não concordei completamente (sempre faço isso) até pq meu pai sempre gostou e ouvia bastante Beatles, então eu conhecia as músicas e tal. Durante o início da adolescência, tive também um k7do disco “With the Beatles”, e adorava aquela veia pop-adolescente que eles tinham no início da carreira (gosto que não nega a minha idade mental), a versão deles de Mr. Postman é uma das minhas preferidas até hoje (adoro particularmente a pronúncia bem liverpoodiana em DelivAH the lettA, the sooner the bettA, com o A beeem aberto), enfim, a banda não me é estranha. No entanto, ler a biografia de John Lennon me abriu um outro horizonte. É estranho, pq ao ler e ouvir as músicas (estou agora na época em que eles tinham acabado de lançar o single Please Please Me, então fico ouvindo as músicas do álbum para contextualizar) a vontade de ter estado lá é muito grande. Isso inclusive tem me feito voltar a atenção àquela época - o que inclui o modo de se vestir, de consumir e de pensar – o que certamente inspira novos posts, como vocês tem visto. O fato é que quando leio um livro que realmente gosto, mergulho em uma atmosfera toda particular, vocês sabem bem. É como se eu vivesse lá dentro.

Então, resumindo, Aline estava mais do que certa. E vocês sofrerão as consequências aqui no So Shopaholic, hahahah!

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P.S.: Sou uma leitora de momentos. Esse livro, por exemplo, ganhei em abril de 2009, e só comecei a ler em dezembro do ano passado. Não sei pq o livro ficou parado por um ano e meio…na verdade sei, é pq faltava clima. Ah, e ainda sou lerda. Não acho que toda hora é hora de ler, sabe? Tem que ter um clima e dedicação exclusiva.

P.S.2.: Se o livro é bom? Eu estou gostando muito. Há toda uma contextualização histórica, e eu sempre gostei de História. Isso te ajuda a entender um pouco como a cabeça das pessoas funcionada – e, por exemplo, entender que o John Lennon adolescente era machista e durão, totalmente oposto da figura paz e amor e imagine all the people sharing all the world por uma questão de educação e costumes da época.

Então, assim, nunca fui uma fã apaixonada por Lennon, o que me permite conhecê-lo pelas páginas do livro sem pré-conceitos. Já para quem é muito fã, a ponto de imaginar um homem sem defeitos, o livro pode soar cruel, quase uma heresia. O homem descrito por Phillip Norman é infiel, mordaz (do tipo que perde o amigo, mas não a piada, sem medir as consequências do que diz) , mas também amoroso, talentoso e descrito como o melhor amigo que se poderia ter – se ele te permitisse chegar perto o bastante. Enfim, é um homem cheio de defeitos e erros pelo caminho, mas uma mente genial. Um homem que eu certamente tinha a vontade de conhecer.

Tem mais gente misturando!

20 Feb

Hoje temos duas meninas criativas e econômicas misturando estampas!

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A Louise, do Pobre Ousada (hahaha vocês me matam com esses nomes de blogs!), também se jogou no navy+floral (não tô dizendo que é A combinação da próxima estação?), e complementou com um colar lindo. Vou fazer a Ana Off e colocar os precinhos amigos das peças:

Camisa Navy 12,00; Saia/vestido floral 20,00; Sandália crysallis 10,00; Cinto Marisa 10,00; Colar e brinco feitos por ela mesma.
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Essa linda é a Pam, que mora fora do Brasil (onde, Pam? esqueci de perguntar), e combinou pecinhas que custaram 3 euros cada! :O
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Blusinha navy, cinto de couro vermelho e short preto com bolinha branca, tudo da H&M (o short é da H&M kids!!). O arco de lacinho tá difícil de ver, mas foi ela quem fez.
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(Aliás, só eu amei a combinação de listrinhas com bolinhas? Viu que nem todo mundo precisa ser espetaculosa como a Lucy Laucht? hahaha)
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E vocês, meninas, curtiram as nossas convidadas de hoje?

Post Colaborativo :: Mistura de Estampas

18 Feb

Gente! Olha quantas lindas misturando estampas por aí!

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Minha querida Aline Aimée só comprova: misturar navy com floral é a combinação de estampas desse outono!

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Lual, que é uma bonequinha de louça nas horas vagas, seguiu a trilha da Aline e resolveu investir nas listras+flores, e ainda colocou o ombrinho de fora.

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Ana mostra pra gente que dá pra ser antenada, Off e ainda fugir do calor com um acessório retrô: o leque era da avó dela, gente!

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Acabei de conhecer a Debs, assim como o engraçadíssimo blog que ela criou com as amigas. Débora foi ousada e combinou floral com um casaquinho preto e branco que parece (confirma pra gente, gata) pied-de-poule!

***** Meninas, obrigada por mandarem seus looks ;c) *****

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Essas queridas já mandaram seus looks, só falta você!

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Se joga na combinação de estampas esse finde (finde é sempre mais descontraído, né) e me manda a foto?

Topa misturar estampas comigo?

17 Feb

Hoje é a minha vez!

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Saia Zipper-Zipper (em liqui!); blusa listrada Opção (precinhos amigos e blusinhas fofas, recomendo!); faixa de couro Maria Filó, Sapatilha Shoestock, bolsa Via Mia (antiga).

‘Bora analisar o meu look?

1 ::  Navy com floral é o crash de estampas da estação (em alguns casos, pode vir misturado na própria estampa das peças, como em um patchwork). Prepare-se! Você pode começar aos poucos, incluindo elementos náuticos em vestidos, saias e blusas floridas e românticas. Também vale tentar com listras menos contrastantes e tons pastéis;

2 :: O choque não é tão grande assim: o azul marinho e o branco da blusa são facilmente identificáveis na padronagem da saia, o que dá uma unidade ao conjunto;

3 :: Sapatilha, faixa na cintura (nova, da liqui da Maria Filó!) e bolsa em tons neutros (caramelo e gelo, sendo que a sapatilha é nude, já que eu também sou cor-de-caramelo, por assim dizer, hahaha). Também evitei colocar muitos colares ou anéis – mas nada é proibido não!

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No cabelo eu fiz uma trança embutida pra combater o calor/oleosidade/bad hair day, olha:

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Agora é com vocês, galera! Quem topa mandar uma foto de look combinando estampas? 

soshopaholic@gmail.com

Beijos!

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