Quando eu consegui alugar esse apartamento, as amigas bem que avisaram: toda sua compulsão por roupas vai se converter em coisas para a casa! Eu tive minhas dúvidas. Mas olha, completando um mês morando aqui (mais ou menos) eu preciso dizer que compulsão é pouco. Eu estou em um vício absurdo por blogs de decoração e sempre quero ouvir dicas, ver DIYs e todo tipo de transformação de móvel, achado vintage, solução para ambientes pequenos (se bem que acho o tamanho do meu ap ótimo), tudo. E as pequenas bobagenzinhas de decoração ganham o meu coração de uma forma que é difícil explicar. Então é mais ou menos assim: mesmo que o objeto não tenha láá muita utilidade além de enfeitar o ambiente, eu acho lindo e quero pra minha casa. Se for barato então, ferrou, é meu.
E foi assim com o quadro negro. Desde sempre eu queria um quadro negro na cozinha, que nem via nos sites gringos:
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Pensei em pintar um quadrinho, de pintar um parede, de pintar a porta do armário… sim, pq é bem simples, existe até uma tinta pra isso, preta fosca. No entanto, minha gente, eu me conheço. Eu começo os projetos e não termino, a tinta ia ficar encostada para sempre até eu ter tempo/paciência/jornal no chão para fazer o movimento. Então lembrei que, quando era criança, eu tinha um quadrinho negro! Eu brincava de escolinha e dava aulas para minhas bonecas – e eventualmente para os meus irmãos, que odiavam e era obrigados por mim. sempre fui mandona – então será que as crianças hoje ainda brincam disso?
Corri no Saara e, como sempre, ele não me decepcionou. Encontrei um quadrinho de criança por menos de dez reais! Depois foi só pintar a moldurinha de amarelo (tenho uma faixa de ladrilhos amarelos na cozinha) e voilà!
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Uso sempre sempre sempre: para menus, recados e declarações de amor
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Tá lindão, acima da mesa da cozinha (aquela, de fórmica, lembram?)
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