Não sei se minha vida vai ter sentido se eu não tiver essas golinhas:
.
De rendinha.
.
;
Minha preferida em todo o mundo.
.
Todas da ASOS.
Já pode achar tudo no mundo sem graça agora?
Não sei se minha vida vai ter sentido se eu não tiver essas golinhas:
.
De rendinha.
.
;
Minha preferida em todo o mundo.
.
Todas da ASOS.
Já pode achar tudo no mundo sem graça agora?
Obrigada!
♥ Obrigada a todo mundo que veio comentar aqui sobre a minha compulsão por compras. Já estou tratando assim, como compulsão. Vamos ver se eu me acostumo com o termo. O fato é que, tirando algumas raras exceções (as leitoras aqui do blog são sempre fofas e educadas), todas que comentaram mostraram alguma simpatia e deram seus conselhos com muito tato e elegância. A Ana, como fofa que é, fez um post totalmente gracinha lá no blog dela, e me citou. Gente, blog não é só festinha e amostra grátis. É (no meu caso) se expor e correr o risco de tomar umas pedradas. Então, antes de apontar e dizer “gastadeira”, “irresponsável”, “infantil”, é bom pensar um pouco. Eu não sou um personagem. O blog é sobre mim, então todos os comentários que aparecem aqui são, automaticamente, pessoais. E eu levo muito a sério.
Obrigada 2:
♥ Ao namorado, que me emprestou um dinheiro e me ajudou a pagar algumas dívidas. Ele também fez uma planilha no Google Docs que eu devo preencher todos os dias com meus gastos. Vai ser foda, eu sou muito desregrada, mas ele me cobra sempre e falou que, ao final de 3 meses, eu vou ver como gasto dinheiro em porcaria. Vai ser tipo aquelas dietas que vc tem que anotar cada bombonzinho que comeu.
Obrigada 3
♥ A barraquinha mais linda da feirinha da Praça Saens Pena, na Tijuca. Sério, a feirinha é ótima e essa é a barraca mais bonita, com colarzinhos, brincos, pulseiras e algumas coisas banhadas à ouro. Não tem igual. Assim como não existe atendimento pior. Nunca vi duas senhoras mais mal educadas no trato ao cliente. Visitei a barraquinha duas vezes: uma para olhar, outra decidida a comprar. Na segunda vez, elas estavam arrumando as coisas. Quando disse “eu vim comprar aquela pulseirinha de nó”, a mulher nem olhou pra mim, só disse “já guardei”. Oi? A pulseira custava uns 20 reais. A bolsa com as coisas estava ao lado dela. Eu insisti: “mas eu quero comprar” e ela: “agora já era, já guardei”, como quem diz “tarde, já mandei num Sedex pra Paris”. Eu fiquei parada lá, uma shopaholic chocada. Vi que era um sinal da Nossa Senhora da Recessão, guardei o VISA e parti.
Eu cometo erro atrás de erro com as minhas contas, não sei se já falei. Se não falei, foi por vergonha. Pq eu gasto, acumulo, pago o mínimo do cartão, pego empréstimo, vou morar com o namorado, compro eletrodomésticos e fico com-ple-ta-men-te endividada. Estou falando isso mais pra mostrar que sou que nem muitas de vocês. Aí hoje eu saí pra almoçar e fiquei conversando com uma menina tão shopaholic quanto eu, mas que não paga aluguel-gás-luz. E em coisa de 10 minutos eu fiz uma wishlist de tudo o que eu quero comprar. Cardigans coloridos na zara. Uma calça flare. Uma calça jeans de cintura alta e mais curtinha, para usar dobrada ou esticadinha. Uma calça colorida. Uma sapatilha de oncinha. Uma sapatilha mais básica pra usar no dia-a-dia. Uma bota de montaria. Lenços, como eles fazem a diferença. E aí, depois de conversar tudo isso, eu vim pagar a conta do cartão eOH,WAIT, não tenho dinheiro nem pra comprar mariola. E ainda tenho que pagar o aluguel. E doeu tanto em mim não comprar nem uma roupinha nova. E isso é estúpido, pq roupa é só roupa e a gente vive pregando por aí que não é preciso ter tudo ao mesmo tempo agora, que dá pra viver com menos, mas eu só queria uma roupinha nova agora, sabe.
Sabe quando você cisma com uma peça? Eu cismeu com um cardigan. Cismei que iria passar meu feriado com ele (descanso, finalmente!), embrulhadinha num cardigan longo, de malha fininha, na cor creme, que eu compraria na Opção hoje. Fui lá na hora do almoço, correndo feliz: e ele acabou. a-ca-bou. Ontem estava lá, penduradinho, lindo, hoje não está mais. Murchei na hora.
Tentei ligar para outras lojas. As vendedoras simplesmente não sabem do que estou falando. Eu digo “cardigan”, e elas “ãhn?”, daí eu digo “casaquinho” e elas “tricot? linha?”. Não conseguem conceber a ideia de um casaquinho de malha. Casaco-que-não-esquenta. Casaco-charminho. A minha cara, poxa! E do Rio de Janeiro, onde não tem frio! Como assim elas não sabem o que estou falando?
Para me agradar, entrei na Sacada e comprei bodies, interessantes para o meu período cintura alta, mas dispensáveis; e um cintinho para alimentar o meu vício. Mas ainda há um buraco em mim: não tenho meu maxi cardigan, vou ter que arrumar um outro look para o feriadoo. Humpf!
Look de hoje



Legging Scala
Camisa social longa de Petrópolis (sempre…)
Cinto Maria Bonita Extra
Sapatilha Alice Disse