Só eu queria ser uma diva do cinema para vestir algo assim?

Meu Deeeeeeeus, e esse enfeite de cabeça?

Uma palavra: DIVA!
Em tempo: as fotos são da première do filme Grey Gardens, que estréia na HBO. Peguei as imagens do Petiscos, blog da Julia Petit (um dos meus favoritos, o link está aqui do lado).
Fui pesquisar um pouco sobre o que era Grey Gardens, e vi que é um filme produzido para TV sobre duas parentes da Jackie O., “Little” Edith e “Big” Edith. Vejam:
Não é novidade para ninguém que a televisão norte-americana tem produzido obras que, em alguns casos, possuem tanta ou mais qualidade que muita coisa que é produzida pela indústria cinematográfica. E, na telinha, sinônimo de qualidade está na televisão paga, especialmente no canal HBO. Seus filmes e minisséries dominam as premiações e este promete ser o caso de “Grey Gardens”, telefilme dirigido por Michael Sucsy, e que se baseia na história real de “Little” Edith Bouvier Beale (Drew Barrymore) e “Big” Edith Bouvier Beale (Jessica Lange), as excêntricas prima e tia de Jacqueline Kennedy Onassis (Jeanne Tripplehorn).
As duas perderam o contato com a realidade na medida em que viram sua riqueza e status sendo diminuídos; e acabaram sendo redescobertas pelo mundo quando Jackie se transformou na Primeira-Dama dos Estados Unidos e decidiu partir em socorro das parentes quando a história destas começou a ser veiculada pelos jornais.
Retirado do blog Cinefila por Natureza.
Parece que é uma história bem angustiante, que se tornou um documentário. Vejam mais:
“Em 1973, um escândalo ocupou as manchetes dos jornais americanos. Autoridades locais tentaram expulsar mãe e filha de uma mansão decadente no balneário de luxo de East Hampton, alegando falta de condições sanitárias. Uma notícia banal, não fossem elas as ex-socialites Edith Bouvier Beale e sua filha Edie, respectivamente tia e prima de Jacqueline Kennedy Onassis. Dois anos depois, Big Edie e Little Edie, como eram conhecidas, abrem as portas para os documentaristas Albert e David Maysles. Câmera e microfone em punho, eles flagram exentricidades de duas mulheres que vivem isoladas há mais de 20 anos e travam diálogos dignos dos melhores textos de Tenesse Williams e Euguene O’Neil.”
Fiquei morrendo de vontade de ver o documentário..
O filme parece ser tudo de bom. Imagina duas mulheres envelhecendo (e se afastando cada vez mais dos seus dias de glória) numa mansão de 14 quartos. Agora imagina cenário e figurinos nos anos 50. Agora coloca Drew Barrymore e Jessica Lange. Pode ligar o botão do “queroveragora”!!