Fashionismo de oposição ou oposição ao fashionismo?

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Outro dia a Ana, amiga linda do Anita Bunita , me mandou o link de um blog que fazia duras críticas àquele post do Garotas Estúpidas  que comentamos aqui.

Mesmo achando um pouco grosseiro e com ofensas um pouco pessoais demais, eu fiquei discutindo com a Ana sobre esse movimento contra-fashionismo que parece estar surgindo. Sim, pq se em um primeiro momento a moda chegou às massas – e rapidamente a C&A se enche de neon, e as ruas lotam de saias de cintura alta – eu acho que a evolução natural disso é “será que quero seguir esse padrão”?

Por isso acho que a oposição ao fashionismo e as tendências (leiam esse itálico como uma voz afetada falando) é um movimento interessante, e que aos poucos aparece na blogosfera. E aí você vê a Lia, do Just Lia  fazendo um post desmistificando o São Paulo Fashion Week, assim como a queridíssima Kate, do Showcho, contando sua experiência traumática em um desfile, e até um blog inteiro  dedicado a coisas da moda que simplesmente são superestimadas. Isso sem contar com as muitas meninas que comentaram aqui no blog e fizeram vários questionamentos.

Por isso eu aplaudo quem diz que “it girl é o cacete” e outras frases que nos fazem rir pela indignação latente, mas também geram uma reflexão – pq devemos nos inspirar em meninas de uma realidade tão diferente da nossa? Pq queremos a bolsa da Olívia Palermo, pq desejamos os óculos Marc Jacobs da blogueira rica ou a maquiagem caríssima de uma outra pessoa que sequer conhecemos? Será que o simples fato de ser inacessível ou pouco acessível é suficiente para nos fazer desejar as coisas?

Olha quem está falando: uma Shopaholic assumida, gathas. Eu adoro comprar e desejar comprar, então posso dizer por conhecimento de causa que devemos raciocinar e até questionar esses nossos desejos. Do contrário, seguiremos como uma máquina, um cabide, um papagaio fashionista que só repete, repete, repete.

Queria muito saber o que vocês acham sobre esse assunto.

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*depois vi que o título não foi bem explicado ao longo do texto. Acredito que existam duas forças presentes aí: o fashionismo de oposição, que cria uma nova “moda” diferente de tudo que vemos nas ruas, que subverte a ordem do “aceito” e “não aceito” e a oposição ao fashionismo em si (féxionismo, sabe, falado com muita afetação) e tudo o que ele representa – it girls, it bags e tudo o que é hypado.
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27 thoughts on “Fashionismo de oposição ou oposição ao fashionismo?

  1. natilopes says:

    oiee fee.. adorei o post!! e eu, sinceramnte adoro o blog que critica o GE… eu gosto do blog, mas nao das criticas… assumo que gosto quem se impoe à ideia de it girls que a camila e cia impõem para gnt… it girl pra mim é alguém que inlfuencia no mode de se vestir, que tem aitute, não quem tem dinheiro e só usa roupa de grife…

    eu adoro acompanhar as tendencias e td mais, porém nunca vesti algo que não me agradasse soh pq está na moda… então acho que isso é o q vale no “fashionismo” vc se inspirar e criar seu proprio estilo… pq bonito é ser diferente msm!

    beijinhosssssssss

  2. aninha says:

    Frequento o blog e gosto!
    Eu não gosto dessa palavra it. Hoje em dia tudo é it…it girl..it bag…it sei lá o que.
    Acho mesmo que devemos ter nosso próprio estilo. É claro que desejamos bolsas caras, sapatos e roupas,uma pq são lindos, e pleo menos eu tenho vontade de ter tudo que acho lindo.Mas sabe o que é legal…consigo me virar muito bem com marcas que cabem em nosso bolso, respeitando meu corpo e estilo.

    bj Fe

  3. Carol D. says:

    Ai, Fe, concordo plenamente com vc! É super normal desejar coisas como bolsas, sapatos e afins, como desejamos qualquer outra coisa na vida, como felicidade, mas no caso de coisas efêmeras e não tangíveis, não adianta ficar sofrendo, juntando dinheiro e querendo ser quem vc não é. O mais legal de tudo isso de blog, de moda, de tendência (com a mesma voz afetada) é cada um escolher e usar o que quer e mandar para o cacete essas coisas, esses esteriótipos etc.

    E no meio de tudo isso já pensei no look de amanhã hahahaha

    Bjossss

  4. Mirian Amaral says:

    Super concordo com você. Não costumo frenquentar os blogs das ditas “It Girls”. Pra quê? Uma realidade completamente diferente da minha. Compro na C&A, Riachuelo e sou feliz, se um dia puder comprar em loja cara, comprarei, mas peço a Deus que eu nãoo tenha a petulância de me achar no direito de dizer o que é tendência ou não, logo num país com tanta desigualdade como o nosso soa até incoerente.
    Amei a indicação do blog “Coisas Superestimadas”.
    Bjokas

  5. Paula says:

    Oi Fer.
    Adoro comprar. E compro o que gosto. O que me faz feliz. Pode ser uma bolsa de grife, como pode ser uma blusinha da lojinha do lado de casa.
    Acho que quem dita a sua moda é vc mesmo. Os blogs, revistas, desfiles e tv só me inspiram.
    Amo um DIY. Eu mesmo tachei meu coletinho, meu shortinho. Ficou tão phino e tão baratinho…
    O importante no fim de tudo não é ser feliz? Eu acho que faço bem esse papel. E como boa leitora e (assídua tbm – ADORO o shopaholic), vejo que vc tbm é feliz, né?
    “It girl é o cacete”. Prontofalei.
    Beijo e me visite no novo blog, vai ser uma honra te ver lá!!!
    missvoyage.blogspot.com

  6. Geovana says:

    Oi Fê, assim como umas colegas falaram acima eu também não gosto dessa designação ‘it gitl’, porque pra mim fashionistas são meninas que tem criatividade e montam looks variados com que a moda dispõe e não está relacionado a seguir uma cartilha de tendências como alguns blogs mostram. Esse termo é apenas mais um rotulo para designar uma forma de vestir, de se comportar aceita pela sociedade e entendida como de alta classe, contando-se que nos blogs dessas pseudo celebridades pagar 300 reais num vestido é pechincha… o que para mim não é.
    Todos os setores da vida tem um lado mais conservadorista e outros de inovações e no quesito moda as ‘it girls’ são apenas uma forma melhorada do conservador na moda, o conservador moderno, uma nova zona de conforto estética.
    Por isso continuo defendendo a idéia de que a verdadeira fashionista é aquela que com pouco dinheiro e uma visita ao brechó consegue montar looks fantásticos tanto pelo baixo custo quanto pela diversidade e beleza das peças e não tem ligação nenhuma com o valor ou marca das mesmas.
    E vamos combinar né … ter dinheiro e comprar as tendências é muito fácil… quero ver essas it’s se virarem com menos de 100 reais num look completo como já vi várias fashionistas de peso fazer.
    bjs

  7. Marcela says:

    RSRSRS

    Eu mesma saí da caverna e fiz um poost bem crítico sobre o GE….odeio ditadura, a da moda então me deixa louca.
    Eu quero ter o direito de comprar/gostar do que quero, sem a fetação e It, e puxação de saco de gente que mal sabe falar português.

    Fico revoltada.

  8. Deveriaestarestudando says:

    “It girl é o caralho!”
    Não gosto de mega marcas, não consumo mega marcas. Posso consumir pois estudei e ganho para isso, mas não uso porque não preciso usar. Gosto de dar identidade para as minhas roupas. Customizo, compro naquela lojinha escondida, na feira alternativa. Tudo tem que ter cara da “Mel” e não da Patricinha-podre-de-rica-que-vive-de-mesada-do-papai ou que papai bancou uma loja para ela ser “estilista”.
    Ai, que ridículas essas filhas da “Sra. Crimes contra a Ordem Tributária – Daspu”:
    – Mamãe, queremos fazer uma loja fast fashioooonnn!
    – Claro, filhinhas, bora comprar na topshop um vestidinho por 120 reais e cobrar 700!
    “Nossa marca é baratchenha, produtos de até R$ 1.000,00)”.
    Ai, Fê, tenho vontade de escrever tantos palavrões, mas tantos…
    Mas vou ficar só com o epíteto:
    “It girl é o caralho!”
    Você é inspiração porque é de verdade;
    Quero ser sempre a Mel, que usa coisas com a cara da Mel. Independente do preço ou se é a modinha da novela.

      • Fernanda Alves says:

        Minha opinião continua a mesma, acho que a crítica é importante. É bom desmistificar. Não tem porque ser fã de blogueira, gente, são pessoas como nós. E não tem como seguir tudo que dizem que é moda, tem que pensar, adaptar – somos seres racionais!

  9. says:

    amiga, desejar a gente pode né?! Mas o cumulo disso é se enfiar em dividas, pq essas mega lojas parcelam tá?!, só pra ter a bolsa da it girl. Ah! perai né?! Alias, blog de it girl não entra no meus favoritos, não tem nada a ver comigo, e elas falam de bolsas na bagatela de 2.000 dinheirinhos como se fosse 20,00. prontofalei!

    bj :))

  10. Fezinha says:

    Caracas…gerou um mega comentário da Mel, nunca vi isso antes! rsrsrs

    E vou concordar com ela. Poderia pedir milhares de coisas prá minha mamãe (pq eu não ganho prá isso, mas ela sim =P ) mas sinceramente…isso não me faria mais feliz. Me faria mais um robô em meio a tantas outras “it iguais”. E qd vc fala que desejamos as coisas caras de outras blogueiras, vejo meio que de outra forma. Qd vejo a Betty, desejo muito mais o impossível do que o “comprável”. Desejo as fotos atrás da torre Eiffel, desejo ter nascido francesa, desejo as pernas longas e finas, desejo o rosto delicado. As roupas, se vc pensar direitinho, não é bem o que a gente deseja (salvo excessões, o que acho natural do ser humano). Nós queremos comprar o “todo”, a situação, a foto. Já dessas “it” que só sabem se vestir se passarem pela Daslu, eu não tenho vontade nem do “comprável” e nem do todo. Acho triste a vida dessas pobres meninas ricas, que não conseguem se divertir numa sacolada, na 25 de Março, num picolé com o namorado na padoca, numa cerveja no boteco. Parece invejinha, e não curto muito falar sobre isso, mas simplesmente não é. Eu tenho muito mais do que preciso…prá que querer mais que isso??? Prá que andar com uma bolsa de 10 mil se minha sogra se vira nos 30 com um valor infinitamente menor ao mês? Ou se eu olho pro lado e vejo uma criança vendendo bala no farol? Não tenho coragem. Morro de orgulho de comprar uma camiseta na Renner ela virar mania na blogolândia.

    Pronto, disse o que queria. Basicamente it girl é o caralho. Legal somos nós, que fazemos looks na Riachuelo e na C&A, e não parecemos um bando de andróides com a mesma it roupa, it bolsa, it sapato e it batom.

    Beijo!

  11. Luciana says:

    Fechei contigo, Fe. Eu tava pensando nisso ontem enquanto bisbilhotava um desses blogs para “it girls”. A dona do blog tem uns vinte pares de sandálias de tachas iguais. Quem precisa disso pra ser feliz? Terapia pra elas já!! Bjs.

  12. Kate says:

    Bom, vc mesma me citou aí no post (tks, hehehe, adoooro) e eu sou super suspeita pra falar sobre esse assunto, pois já expressei minha indignação quanto ao uso ABSURDO desse termo “it”. Acho isso um SACO! SACO! SACO!

    Acho um ABUSO meia dúzia de pessoas dizerem pra vc o que é it e o que não é, e todo mundo ficar desesperado com isso, perdendo a sua identidade.

    Por outro lado, a moda tá aí pra ser usada por quem gostar dela e tiver grana pra comprar. Se a tal da mirella pode ter uma chanel 2.55, quem é que vai dizer que “ela não pode usar”. O unico que poderia falar isso pra ela é o gerente da conta bancária e olhe lá.

    Botar risadinha pelo fato da menina usar um bandage no busanfão? me desculpe, mas a própria blogueira que postou isso USA BANDAGE e tem o maior busanfão e perna grossa ever. Ela pode? A mirela santos não?

    Não estou recriminando a menina. Blog não é democracia, é dela, ela escreve o que quer e lê quem quer. Inclusive eu, leio quando quero… O que não gosto passo batido.

    Só acho que moda não é isso. Moda não é discriminação, não é elitismo, não é preconceito, não é pra ser chato, é pra ser divertido. É pra brincar, pra explorar, pra que vc possa todos os dias acordar e ser o seu próprio artista, e mostrar isso para os outros se tiver vontade e quando quiser.

    Não é pra glorificar criminosas que sonegam e descem a mão no câmbio. É pra valorizar o belo, a inclusão social (por que não?). Por isso acho certo sim a C&A e outras marcas investirem no fluo e na saia de cintura alta, quem achar que banalizou pára de usar e pronto.

    Ah, mas o blog quer sugerir que a roupa X fica melhor em quem é mais estreita e a Y é cafona e custa um milhão de reais? Beleza, é isso aí! vamos falar das ROUPAS, vamos dar dicas, vamos xoxar o consumo descarado de bolsa de 10 mil reais. Mas jamais dizer: Vc é “it” pq usa isso, pq é rica, pq é filha de fulano mas vc não é e vc não pode usar pq vc nasceu no méier.

    É tendência eu tenho que usar? Não, eu uso o que fica bem EM MIM. Assim como pago as minhas contas e jamais vou dizer que “tenho que usar” uma coisa que não combina comigo pq é “it”. Por favor né? Ninguém aqui tem mais 5 anos de idade.

    No mais, concordo com a Mel. Eu estudei, trabalhei e trabalho. Eu sei que tenho condições de comprar bastante coisas com o fruto do meu esforço, mas prefiro comprar bem do que comprar absurdo. Meu dinheiro quero gastar com meu conforto, viagens, bons jantares, meus estudos, e até com roupas, mas roupas de “vida real” e não de Vic Beckham pois acho ela o máximo como inspiração mas (guess what?) eu estou no Brasil e não sou ela!

    beijooooo

  13. Annina says:

    Blogueiras de segunda grandeza e que não são it-girls, uni-vos!

    Tô no trabalho e vim aqui correndo… à noite venho ler os comentários e comentar!

    Amei a foto, Fê!

    Hahahahahah!

  14. Nel says:

    Adooooooorei o post.
    Pena que mts pessoas não pensam assim e se deixam influenciar por um mundo inalcansável. Aí entope o cartão de crédito de compras e se endivida até a alma.
    Não suporto gnt assim!
    #prontofalei

  15. Hannah Sá says:

    Pois, é amiga… O problema é que a aura “It” acabou sendo deturpada. Algo bem “upper east siders” (sei lá como se escreve! ~~ quem não entendeu pense em Gossip Girl) tomou o adjetivo para si, para a sua bolhinha de bolsas Olivia Palermo… 😛
    Quer saber? Não tenho tanta dor de cotovelo desses novos Its quanto eu vejo por aí… Pra mim acho bem mais importante a atitude e realmente estilo, porque será que revela o estilo de uma menina usar sempre o que está nas catwalks independente do que seja?

    repondendo a sua pergunta: aqui em Recife está passando como Cinema de Arte. Mas se quiseres já tem nos piratões na net xD (tipo emulinha)

  16. Ana Cristina says:

    Acho certas coisas muito desagrádáveis e loucas veja bem:

    Um blog mostra tendências pq a suuuuper blogueira conhece e sabe de tudo pq ela é muito foda.
    Como ela é muito foda, tem 3000 seguidoras…
    As 3000 seguidoras compram o que a musa disse ser tendência.
    Quando todo mundo começa a usar a querida fofa diz, ahhhh todo mundo usa, banalizaram o snob, bandage, 2.55….
    Caaaaracaaaaaa o que as seguidoras fazem agora? jogam tudo fora???
    Gente é muito louco isso. Eu gosto de ver tudo, nem tudo posso comprar (aliás quase tudo) mas pego uma idéia aqui outra acolá, junto com a Rua da Alfândega, Renner, ou lojas que estejam dentro do limite do meu cartão.
    Mas o que eu gosto uso não por que é moda, mas uso por que gosto, não vou usar uma bolsa chanel com correntinha pq particularmente ODEIO bolsa penduradinha, de lado com correntinha, me lembra a minha avó que era fofa, mas não tinha o meu estilo!
    Acho graça de uma blogueira que fez um post comemorativo por que comprou sua primeira LV à prestação….caracaaaaa qdo fui à Paris vi que TODO mundo usa LV, é igual biscoito Globo e Havaianas no RJ (detalhe uma Havaianas em Paris chega a custar 120,00!!!!!!!!! somos loooosho!)
    O que me mata não são nem as meninas ricas, pq elas nasceram assim e vivem num mundo delas, diferente do meu, que também é diferente da menina que trabalha na minha casa, mas, cada uma vive no seu quadrado.
    O que me mata é aquele povo classe média, duro, que raaaaala pra pagar uma blusinha básica da DASLU querer tirar onda de super- trend-fashion e esnobar leitoras (simmmm tem gente que reclama e fala mal das dos comentários das próprias leitoras!!!!!) ou pessoas. Cara quer saber agora sou team Mirella!
    Sinceramente trocaria tudinhoooo da Chanel pra ter aquele corpão….fala sério….sabe por que fia? Namorado, marido e amigos nem sabem a marca de roupa que vc veste e não sei se vcs sabem a Mirella tem marido que gosta dela e banca tudinho, mas tem Blogueira fashion, linda gostosa, trendy e super super sozinha…..vai ao cinema com a sua LV, pede um carinho pra sua 2.55, conversa com seu bandage….

  17. ana - hoje vou assim off says:

    Bem, o trabalho excessivo infelizmente me priva de ler posts e debates incríveis como estes. Que pena. Mas que bom que parei e pude opinar:

    Olha, eu sinto na pele o estigma do meu blog se denominar OFF. Tem muita gente que deve ler nos créditos das minhas roupas: Vestido Maria Bonita Extra – 50,00 e depois vai ver o mesmo vestido no outro blog que outra menina que pagou pelo mesmo vestido 500 reais, só que a garota sim é que sabe se vestir, é que é bacana, é que é interessante. OFF? O OFF todo mundo curte, mas o povo gosta mesmo é de pagar pau.

    Na boa, eu curto várias coisas da MBExtra, mas não pago pau pra eles não. Gosto demais da marca apenas quando tá algo SUPER baratinho. E só. E é isso. E não vou morrer e nem me sentir pior. (Obrigada, pai e mãe, por terem me dado uma educação baseada no caráter e não em marcas e posses.)

    Uma vez uma leitora perguntou: mas vc só compra no OFF? Aí respondi: Menina, não compro pq é opção não, compro pq não tenho mufufa pra torrar com roupas caras!

    Então o meu blog é o blog segunda linha, mesmo que eu use peças incríveis, ele não é o trendy, o antenado com a última edição da Vogue, dificilmente vcs verão algo que ninguém usou ainda pq como compro na liquidação e sou provavelmente e última a usar o que tá “na modinha”.

    E, na boa? Não fico enchendo a cabeça com isso não. Quem dá duro, quem mostra seu valor, colhe os frutos. Dando meu blog como exemplo: Eu nunca achei que uma marca fosse se interessar em divulgar liquidação no meu blog! E não teve uma que se interessou? E o que fiz pra isso? Fiz o meu, apenas o que eu sempre fiz, mostrar verdadeiramente minahs escolhas e não ter vergonha. E pronto.

    Cara, eu sou da seguinte filosofia: cada um com o seu cada um. Deixa o cada um dos outros.

    Se olharmos sempre pros lados, a gente tropeça.

    Beijos!

  18. Shampoo Azul says:

    Cheguei nesse post pelo showchó e olha vou até confessar que muitas vezes me influenciei pelo que a Camila do GE escrevia, sabe? Mas é tão fake isso, tão fora da realidade que eu passei a achar tudo meio nojento.. esse negocio de it pra cá it pra lá. Eu amo o Justlia justamente por ser mais normal, sabe? Fora que a Lia é super simpática e responde as blogueiras 🙂

    beijocas querida 🙂

  19. Maura says:

    Oi Fê ( não sei se vc se chama Fernanda…).
    Como eu não resisto a uma boa discussão e já criei a minha fama de chata na blogosfera, porque não me manifestar?
    Eu sinceramente não entendo bem o que pode ser definido como movimento contra-fashionismo. Porque me parece que comprar as coisas nas magazines populares como C&A e Riachuelo não é uma espécie de isenção, de ” ufa, não sou influenciável e faço minha própria moda”. A C&A (e similares da vida) ganha milhões transformando tendências ( e eu não sei bem o que é isso, talvez o nome disso seja valor de uma época) em produtos acessíveis ao grande público. E eu acho que para se declarar original e absolutamente livre de influências da moda, é preciso ser hippie ou ermitão. Hippie de verdade, claro, e não o hippie chic, que já é uma interpretação do movimento original. É ingenuidade pensar que a feirinha, a lojinha de bairro e até os DIY da vida não sofrem influência dos padrões culturais em voga. O mundo se especializou em enlatar coisas de todas as espécies e mídias. Enlatam sardinhas, enlatam filmes mas tb enlatam opiniões, comportamentos, técnicas e padrões de estética. A rocker, a vintage, a descolada… Nenhum modelo é estiloso sempre e a priori. O que eu quero dizer com isso é que ninguém está livre de se questionar em relação a esta ou aquela tendência de moda. A patricinha que compra coisas caras e renomadas pode ter originalidade e beleza tanto quanto alguém que se declara alternativa ou retrô e compra em lojas populares. Isso vem da qualidade da atitude individual, do processamento particular das influências gerais, às quais todos estamos expostos.
    Será que falei demais?
    Bem, qq coisa é só pensar em mim como o Pedro de Lara, aquele jurado do Silvio Santos que gongava um monte de gente do nada 🙂
    Beijos

  20. It Guél says:

    Oi Fer!
    Só hj consegui ler seu post e queria fazer uma correção: Não criei meu blog para gongar a Camila Coutinho, não a conheço e sinceramente nem quero conhecer!

    Acontece que meu primeiro post foi justamente um esclarecimento sobre o que significa ser uma It Girl e um desabafo ao post que ela fez, criticando Mirella Santos ao usar as “tendências do momento”… como se ela não tivesse nível para isso.

    Por isso o nome “IT GUÉLS” do meu blog… para tirarmos sarro de toda essa chatice imposta e dessas chatas que se acham “it” .

    Quando todas aprendermos a usar a moda a nosso favor, esse papo de tendência vai virar assunto pré-histórico.

    Encaro meu desabafo como liberdade de expressão, sem faltar com respeito…

    super bjus,
    It Guél.

  21. Carol Zurc says:

    Eu vi uma reportagem da Grazi Massafera, ela estava falando sobre fama e como ela inspira meninas de hoje em dia… Ela falou uma coisa que me fez aplaudí-la em ksa.. sozinha.. Rsrsrsrsr (depois eu tive q rir de mim mesma)
    Falando sobre compras e tal… ela disse que no início da fama ela comprou uma bolsa bem cara que era mt famosa ( ela ao falou qual) só disse que era mtt cara.
    Dai ela estava voltando para casa, e de dentro do carro um menino bateu no vidro do carro e pediu dinheiro.
    Ela só pode olhar para a bolsa, que estava na sacola no chão e parou para pensar, que ela não nasceu tendo aquele dinheiro todo, e sabia o valor do dinheiro…
    Ela falou depois na entrevista que depois daquele dia nunca mais comprou uma bolsa ” expensive” adquele jeito.
    Ela disse que compra coisas sim, que ficam bonito nela, que ela gosta e etc… mas nada que nunca mais fosse ditado por alguém….só pq é o meio social que ela vive.

    Veja só… uma atriz/modelo famosa…bonita…etc… Ela q vive num meio social totalmente influenciável e que quem não faz o que todos fazem é discriminado.. deu esse tipo de entrevista….
    Dai vc pode falar: ela nao vai resolver a pobreza assim.;..
    Não ela não vai…
    Mas tb não vai contribuir para que uma sociedade cruel e injusta, que quer ditar a forma de ser ou não ser cresça… Não… ela não fará parte disso…

    ps.nem eu!

    adorei o blog
    visite o meu tb
    estarei sempre aqui
    http://decaronanacarruagem.blogspot.com

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