#Classicodofinde: Os Imperdoáveis

Diálogo entre o namorado e eu:

Ele _ Mas você acha o Clint Eastwood bacana? Acha que as mulheres gostam?

Eu _ Eu gosto.

Ele _ Também, né, o cara mata todo mundo e não perde a pose. Como não gostar?

Eu _ Sem contar que ele não tem senso de humor.

Ele_ É verdade.

Eu _ Tipo badboy da velha guarda, né? Como não curtir?

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Quero ver me fazer sorrir, gata.

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Pois é, só de saber que o nome de Clint está envolvido em algum filme já me dá vontade de ver, e não foi diferente com The Unforgiven (Os Imperdoáveis). João baixou, estávamos de bobeira, eu quis ver. O filme é uma homenagem a todos os western que coroaram a carreira dele (e que eu ainda não vi) e, de certa forma, deve fazer mais sentido a quem curte o estilo e conhece os seus principais títulos.

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Ah, tem Morgan Freeman também? Já é!

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O filme conta a história de um pequeno vilarejo (Big Whiskey) do Velho Oeste, e a história começa quando um cliente enlouquecido mete a faca em uma das prostitutas do único prostíbulo da região. Corta o rosto da mulher e ela perde seu moneymaker, então todas ficam revoltadas e juram vingança. Para isso, resolvem contratar um matador para acabar com o cidadão. E é aí que nosso Clint entra.

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O velho Will Munny já não é mais aquele matador que todos lembram. Pobre de marré deci, cria os dois filhos e tenta salvar seus animais da doença (tem uma longa cena dele com o filho tentando separar os porcos e eu saí gritando, não sei se vocês sabem mais eu tenho pavor de porco. pavor mesmo) e vê na execução uma forma de ganhar um dinheiro. Chama o parceiro de longa data Ned (Morgan Freeman) para se juntar ao jovem Schofield Kid nessa jornada. E aí você já sabe: vai ter muito tiro. Mais do que isso: muito tiro e frases de efeito.

Vivo para frases de efeito do Clint Eastwood:

“Matar um homem é algo infernal. Você tira tudo que ele tem e tudo que ele poderia vir a ter um dia”.

“Já matei mulheres e crianças. Já matei tudo que anda e rasteja e estou aqui para matar você, Little Bill, pelo que fez com Ned”

“Ok, eu estou saindo. Se algum homem aparecer, eu vou atirar nele. Se algum filho da mãe atirar em mim, eu não vou só matá-lo, mas eu vou matar ele, a mulher dele, todos os seus amigos e queimar sua casa também.”

“É melhor vocês enterrarem o Ned!… Melhor não fazerem nada de errado, ou fazer mal às prostitutas… ou então eu vou voltar e matar todos vocês, seus filhos da mãe.”

“É, ninguém gostava de mim. Os caras achavam que eu ia matá-los por pura maldade”

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Filme muito bom. Longo, mas muito bom. Estamos incorporando as frases à nossa vida, beijos.

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Don’t go trusting me too much.

3 thoughts on “#Classicodofinde: Os Imperdoáveis

  1. Cristina says:

    O “tio” Clint é meu marido imaginário!!!
    Amo,amo,amo loucamente!
    Como ator,diretor,produtor…TUDOOOO!!!
    Como nao amar os filmes dele?!Vejo trocentas vezes Menina de Ouro e choro copiosamente em todas…rs
    Gran Torino,Cartas a Iwo Jima,Flags of our fathers,As pontes de Madison…AI,AI…
    Enfiiimmm…Amo esse homem!Por mim ele pode fazer 100 anos que continuo achando ele O CARA!
    E sou super fã de vaaaarios diretores e atores…rs

  2. jusacramento says:

    Ah, Clint… Esse lindo.
    Não conheço tanto seus filmes, mas morro de amores. Um dos motivos é que ele é encarnação de um personagem do meu livro favorito de todos os tempos: Roland Deschain , da série A Torre Negra, do Stephen King.

    Fica a dica também como livro para você!🙂

    um beijo, Ju
    http://www.temnomeuquintal.com/

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