Vai fazer o quê hoje?

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Eu deveria ter feito esse post antes. Aliás, eu deveria ter feito mais posts essa semana, mas a verdade é que fiquei enrolada, trabalhei por dois dias até tarde da noite, resolvi ir ao cinema um dia, do nada, sozinha, briguei com o namorado, fiz as pazes com o namorado e… opa! Não fiz o raio do post. Mas vamos lá: você tem programa para hoje?

É que o So Shopaholic! foi convidado a participar do Ultrabazar da Matriz, evento que vai reunir blogueiras para desapegar de várias peças legais a preços convidativos. A minha querida Lual, do Armário da Lual, vai estar lá, junto com as gatas do GWS, a Patrícia Koslinski, FTS Reports, Lala Brandão, e o Celebrity Skin. Vai ser uma oportunidade de pechinchar e também de bater um papo, tomar uma gelada no bar da casa e comer os quitutes delícia da chef Manu Zappa e sua sócia Ana Carolina Portella (parece que tem bolinhos artesanais de sobremesa, gente, HELP!). O evento acontece no Albergue da Matriz, um lugar super diferente (um albergue desativado mesmo!) e espaçoso. Rola até levar o namorado – ele bebe qualquer coisa e joga sinuca enquanto você surta!

E aí, você vem?

Ultrabazar no Albergue da Matriz

HOJE, 10/11

Rua Henrique de Novais, nº 71, Botafogo (é a mesma rua do Boteco Salvação e super próxima à Real Grandeza)

Rio de Janeiro

Das 14h às 20h*

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* a entrada é gratuita e eu infelizemente só poderei ficar até às 18h! Mas depois conto o motivo 😉

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Test Drive :: Deva Curl B’Leave-in

Eu recomendo muito creme barato aqui no blog por dois motivos: 1) não sou rica; 2) meu cabelo se dá bem com as baratezas. No entanto, isso não quer dizer que eu não tenha meus luxos e não use alguns produtinhos importados. Por isso, durante o mês de novembro farei posts semanais com produtos gringos que uso/já usei nos fios, e apresentar os resultados por aqui. Espero que gostem!

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Eu lembro exatamente do dia em que ouvi falar dos produtos da Deva Curl. Eu ainda morava com os meus pais e minha mãe tinha separado uma matéria sobre cabelos cacheados para me mostrar (ela tem esse hábito até hoje, mesmo estando longe sempre separa recortes pra mim ♥) que citava a criadora da marca, Lorraine Massey, e seus produtos revolucionários. Foi a primeira vez que ouvi falar de No Poo Low Poo, de produtos sem sulfatos, e aquilo fez meus olhos brilharem.

Só que eu nunca vi os produtos da Deva para vender. Achava inatingível, tinha preguiça de comprar em sites gringos e, satisfeita com os produtos naturais, nunca corri muito atrás (vamos ser honestas), até ver as embalagens em uma perfumaria chiquezinha e cheia de novidades que tem aqui perto de casa.

Eu tinha acabado de receber por alguns freelas em produção de moda (sigo ralando, galera, um dia vai dar certo) e estava me achando rica (isso também acontece com vocês no payday?), então paguei R$ 46 pelo potinho do Deva Curl B’Leave-in.

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kuén, kuén, kuén

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Logo que comprei, quis usar e me ferrei. Passei no cabelo quase seco, como geralmente faço – e, em cremes mais emolientes, como o Mariana e a linha AMO, super funciona – e o resultado foi desastroso. Nem cheguei a fotografar. O cabelo ficou todo deformado, grudado, como se estivesse plastificado. E o toque era super áspero, como se o cabelo estivesse bem ressecado.

Antes de tentar usar pela segunda vez, pesquisei bastante pela internet e vi que o produto precisa ser aplicado no cabelo quase pingando, como no vídeo:

isso não é nada prático

Usei, sequei com o plopping e, dessa vez, o cabelo até cacheou bonitinho, mas não durou. Sabe quando os cachos vão se desfazendo, tipo se esfarelando?

Da terceira vez, passei o leave in de Quina Rosa da Haskell com o cabelo encharcado e, por cima, o Deva Curl B’Leave in. Pouca coisa mudou. Tirei a foto (acima) no meio de um dia corrido de trabalho com produção, e não dá pra ver exatamente como ficou, mas não ficou bom. Reparem no frizz. A textura também estava estranha, e dava a impressão que, com um ventinho, os cachos iriam se desfazer – o que lentamente foi acontecendo – então acabei amarrando o cabelo em um coque alto.

De pontos positivos, achei o perfume (incrível, de capim limão, puro frescor) e o fato de ser o único creme que, até hoje, aumentou o volume do meu cabelo. As brasileiras, no geral, associam “ativador de cachos” a “controle de volume” e, oras, eu não quero controlar volume coisa nenhuma. E o Deva parece que dobra o volume natural a medida que vai secando. Pena que o resto não funcionou.

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OBS.: Alguém aí já experimentou outros produtos da Deva Curl? Pq eu ainda não desisti, viu?

Espiral

Eu acho que existe uma relação quase religiosa entre pessoas fazendo dieta e a comida em si. Uma relação de culpa e perdão, de pecado e redenção. Não sei se já falei aqui (certamente já dei a entender), mas eu não tenho religião. E acho que ajo da mesma forma com a comida. Se tenho vontade, vou lá e como. Não sinto culpa, não me penitencio, só sinto o prazer do momento mesmo. Uma relação hedonista, eu diria.

O problema é que, com culpa ou não, a comida engorda. Isso sim é um pecado! Como coisas tão deliciosas podem nos fazer mal? Aqueles momentos felizes de churrasco que viram uma banha monstruosa que sobrecarrega seu coração, maltrata seus joelhos e faz doer a coluna. Aquela cervejinha que faz a alegria subir e a barriga crescer? Aí não vale.

O fato é que eu como de tudo e sempre comi de tudo. Sempre fiz exercício físico (exceto em alguns momentos de delicioso sedentarismo, mas foram poucos) e sempre acreditei que ele me blindava da maioria das coisas e liberava minhas comilanças. Mas, com o tempo, tenho percebido que não. A idade, a rotina e o fim das aulas de educação física no colégio mudaram a minha vida. Calculo que tenha engordado 7kg nos últimos 5 anos. De pouquinho em pouquinho, mudando o mundo um quilo por vez.

Quando a gente engorda assim, devagar, não perde roupa: vai deixando de lado sem perceber. E é no piloto automático que vai fazendo outras opções na hora de comprar: tecido que estica, vestidos soltinhos, saia com elástico. E demora para notar o estrago.

Sou o avesso do projeto verão, mas acho que chegou a hora de controlar um pouco o que como. Não sei se interessa vocês mas, como algumas meninas pediram diquinhas de receitas (cozinho praticamente todos os dias), pensei em unir as duas coisas e mostrar um pouco opções saudáveis que tenho feito. O que vocês acham?

O objetivo aqui não é virar a maluca que critica a coxinha do vizinho (credo!) ou virar um blog de emagrecimento (já tive um, inclusive. e era magra. mas não sabia). É só mesmo dividir esse momento com vocês.

 

My life so far:

  • 1,62m
  • 65kg
  • Academia 3x por semana (quando não me saboto, claro)
  • Sapateado 2x por semana (quando não fujo)
  • Chope, fritura, muito pão e café com leite sempre que dá (vamos equilibrar isso)
  • Água quando lembro
  • Fruta é foda, socorro
  • De resto, trabalhamos com qualquer comida.

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Who’s with me?

Para sair de perto de um fogão e entrar direto no forno

Aqui em casa tem comida nova quase todos os dias. João é acostumado a jantar, e eu também gosto muito de comer uma comidinha à noite, por mais obeso que isso possa parecer para as meninas que não param de falar em Projeto Verão. Então toda noite eu fico mirabolando o que fazer de gostosinho e relativamente rápido pra gente – e é algo que faço com o maior prazer, descobri que gosto de cozinhar. Só que chega no fim de semana e eu já cansei de cozinha.

É porque no fim de semana a gente acorda tarde, toma café (eu sou a louca do café da manhã) e fica esparramado no sofá. Como unir forçar para levantar, descongelar alguma coisa, descascar legumes…? Aff. Então a gente acaba indo almoçar fora. Não é sempre, mas acontece bastante. E eu gosto de ir bonitinha pq já passo a semana inteira de chinelo.

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Então resolvi tentar o tal nó na camiseta que queria há tempos. Funcionou em parte pelo fato do vestido ser mais reto. Depois, olhando as fotos, vi que poderia deixar a camisa um pouco mais comprida, para terminar na costura da cintura do vestido. Pra isso que serve look do dia, né? Eu aprendo sempre por aqui.

Mais detalhes do look:

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Estava eu toda bonitinha saindo para almoçar com o namorado, caminhando pelas ruas da Tijuca, derretendo com o sol escaldante e me arrependendo profundamente de ter inventado uma sobreposição em dia de calor quando finalmente chegamos ao Siri, um dos nossos restaurantes preferidos. Recomendo bastante para quem gosta de peixe – nosso prato preferido é o risoto de frutos do mar, mas o de camarão também é incrível! Comemos bastante, nos refrescamos do calor e… acabamos voltando de táxi. Não tinha como, gente!

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Liga o ar, São Pedro!

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Quem aí cozinha nos findes? E quem foge?

RIP, Mariana

Eu lembro bem a primeira vez que vi o Mariana, creme para pentear da Amend. Em sua bizarra embalagem de margarina, ele estava na bancada do banheiro da casa do meu namorado. A irmã dele tinha comprado.

Olhei, testei, me apaixonei e comprei. Em uma época em que orkut era rei, descobri uma legião de meninas cacheadas que também não queriam saber de outra coisa. Bom, bonito e barato, o Mariana tinha até comunidade naquela rede social: gente de todo o Brasil trocava dicas de uso, de pontos de venda e diferenças de preço de acordo com o estado. Tudo isso de forma independente, uma vez que o site do fabricante sequer informava sobre. O Mariana era o filho pobrinho da Amend.

Desde então, não passou uma cacheada que não recebesse a minha dica – compra o Mariana, minha filha, você não vai se arrepender. Minha mãe virou cliente, ia no Centro e comprava 2, 3 potes de uma vez. Alternava com outros cremes mas, sempre que meu cabelo cansava, eu voltava para o Mari, meu creme querido.

Acho que o único problema do Mariana era a distribuição. Quando trabalhei em uma rede de lojas de varejo, cheguei a tentar convencer o comprador de produtos de higiene & beleza a investir no Mariana. Mas, ao ver a embalagem de margarina, ele não levou fé. A amend faz coisa melhor do que isso! e ficou por aí, apesar dos meus apelos.

Depois de anos, é com tristeza que eu aviso, minha gente: o Mariana parou de ser fabricado.

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Quem confirma é a assessora da marca, que completa: “sempre recebo e-mails dizendo o quanto ele é adorado!”. Como é que a gente faz, povo? O creme é bom, é barato, o povo ama, faz comunidade no orkut, recomenda em blog, compra litros e aí… a marca resolve descontinuar. Não entra na minha cabeça. Fiquei triste. #voltamariana

Saí feito louca por aí comprando as últimas unidades em pequenas perfumarias. Só consegui uns 3 potes. E resolvi dividir um com você, leitora, que nunca experimentou essa beleza. Então vai rolar um mini concurso cultural com sérias restrições orçamentárias, tá bom? Não quero ninguém reclamando que ain, Fernanda tá sorteando creme de 10 reais pq né, o creme é bom, você não vai mais achar e cavalo dado não se olha os dentes!

Para ganhar esse creminho aí da foto é só falar:

E me conta!

Mas atenção: Só serão aceitas respostas nos comentários desse post ou no twitter, usando a hashtag #voltamariana. Sejam criativas e respondam até o meio-dia dessa sexta, dia 02! A resposta mais legal vai levar o creminho 🙂 Não esqueçam de colocar o e-mail no formulário de comentário.

Beijos, sorte e snif ;(

(Mais) Étnica + Chá Bar com a família

Eu já falei para vocês o quanto estou amando peças mais étnicas, né? Tem muito a ver com o fato de gostar de estampas, de tentar um estilo que tem a ver com o meu cabelo, com os meus traços, e tem a ver com a minha personalidade aparecida de nascença. Por isso, comprei mais um vestido lá na Feira do Lavradio. Tem tempo que comprei (uns 3 meses), mas usei poucas vezes e e nunca conseguia tirar uma foto decente para postar. Daí na semana passada rolou Chá de Panela na família, precisava de uma roupa prática e bonita, pronto! O vestido saiu do armário.

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[As fotos são do Thales, meu irmão mais novo (aquele que vocês amam, suas assanhadas!), que deu a ideia de ficar entre as duas paredes coloridas daqui da rua.] O batom é o Lady Danger, da MAC, as sapatilhas são Shoestock e a bolsa é LYS.

O Chá de Panela foi um Chá-Bar, totalmente unissex e regado de delícias. Quem vai casar é um dos meus primos, Julio César, que já namora a Juliana há quase 10 anos (oi, tipo alguém que eu conheço?). Fiquei basicamente comendo feijoada/bebendo cerveja/rindo da minha família (nesse caso era a família do meu pai). Quando eu digo que a minha família é de seriado, ninguém acredita. O evento teve algumas brincadeiras também, mas nada daquelas mais antigas, em que só a noiva paga mico – os dois pagaram! Uma das mais bacanas foi quando os convidados escreveram histórias antigas do casal em papéizinhos, e o casal tinha que acertar o autor do textinho. Se errassem – o que mais aconteceu – tinham que pagar uma prenda. Pensamos em forjar um sequestro relâmpago, sair correndo nu pela rua ou fazer uma tatuagem na testa, mas acabamos com prendas leves como dançar na boquinha da garrafa. Foi ótimo.

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As fotos são da querida Grazi Gama!

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Família!

I ♥ Vovó

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Os noivos acertaram o autor do textinho, então meu tio que teve que pagar a prenda!

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Hahahha, olha o resultado final (e os noivos adorando!)

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– Vó, vamos fazer uma pose mais conceitual, uma coisa meio Dudu Bertholini?

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Grazi (obrigada, querida!), minha prima Christine, minha tia Cláudia lá no fundo e a vovó mandando beijinho ♥

Vamos falar de novela?

Eu sou noveleira. Eu adoro televisão. Tirando as bizarrices que são Faustão, Gugu e companhia, eu vejo quase tudo, principalmente novela. Quem é meu amigo no feice já está até acostumado com meus links de cenas da novela das seis, por exemplo (inclusive fiz um post sobre ela aqui). E hoje estreia mais uma novela nova, das oito, pra deixar a Gloria Perez com friozinho na barriga depois do ultra-mega-sucesso que foi Avenida Brasil. E eu queria dizer que, como noveleira, não vai dar para acompanhar Salve Jorge. Pelo menos não agora. Não depois do nosso #oioioi… pq essa novela mudou tantas coisas nas novelas que eu acho que vai ser dureza voltar para o arroz com feijão.

Avenida Brasil foi incrível pq:

♥ Mostrou um subúrbio menos esterotipado

Não dá para dizer que “O Divino é o retrato do Brasil”, como muita gente gosta de esbravejar, mas de fato você via as pessoas falando todas ao mesmo tempo (como geralmente acontece na casa da gente), falando de uma forma crível (a Olenka e todo o núcleo do salão falavam de um jeito muito cariocão) e se vestindo dentro dessa realidade;

♥ O figurino foi verossímil

A gente está acostumado a ver na TV os personagens usarem terno e salto alto em casa, né? O cara chega do trabalho e a mulher está preparando um uísque pra ele usando um longo de festa. A menina pobre usa Farm e Cantão, sabe como? Em Avenida Brasil, pela primeira vez eu vi personagem repetindo roupa. Suelen usando legging que poderia ser da feirinha, Darkson de regata, Leleco também com os bracinhos de fora. A primeira fase então, alguém lembra? Carminha usando camisa sem manga, pochete, sandália daquelas de velcro, saia jeans feita de calça reformada. Demais;

♥ Um tema: vingança

Crianças abandonadas em um lixão com um catador alcoólatra, olha que pesado? E a vingança permeou toda a trama – acho que foi por isso que gostei do fim, que coroou o perdão, redimiu a Carminha e trouxe paz para a chata da Nina;

♥ Um montão de revelações

O Adauto, pra mim, foi o rei dessa novela. Juliano Cazarré, que já tinha feito um milhão de filmes brasileiros pode, finalmente, ser conhecido pelo grande público, parado na rua, ser capa de revista. O mesmo aconteceu com uma série de outros personagens que tiveram a chance de crescer, como a Fabíula Nascimento (Olenka), a Cacau Protásio (Zezé), o José Loreto (Darksson) e a Mel Maia, que interpretou a Nina quando criança;

♥ Coisa de cinema

Eu gostava muito de reparar na câmera dessa novela. Na sequência que culminou na morte do Max, a câmera tremia, seguia colada nas expressões faciais dele. Outra cena incrível foi aquela em que Max e Carminha dançam juntos no barco dele – ele acreditando que fugiriam juntos; ela pedindo perdão por estar envenenando-o. O texto bacana, e a câmera com jeito de cinema e a trilha deixavam esses atores na cara do gol;

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♥ Carmen Lúcia, sua diva

Adriana Esteves merecendo um Oscar. Ponto.

♥ Fenômeno Social

Em um momento em que o facebook está no auge no Brasil (brasileiro adora mídias sociais!), não se falava de outra coisa online. Eu mesma via a novela conectada no twitter, seguindo um monte de gente que fazia o mesmo (os melhores comentários de todos!).

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Esses são só alguns motivos para não ver Salve Jorge, viu? Pelo menos não nesse começo, não com uma delegada que usa roupas vindas direto da passarela dentro de casa, não com o herói da história sendo militar da UPP (Eduardo Paes, o prefeito eleito do Rio, deve estar felicíssimo com a propaganda gratuita em ano de eleição), não com os mesmos atores que sempre fazem as novelas da Glória Perez (seeeeempre os meeeesmos!), não com as pessoas indo para a Turquia como se fosse São Paulo, não com todo mundo dançando no meio da sala. É tudo muito previsível, sabe.

E vocês, também são noveileiros?

Fim de Semana Animado!

Eu adoro fim de semana em que todo mundo resolve marcar tudo: dois aniversários, um churrasco, um chá de panela, acho que serve para compensar aqueles dias em que você fica sentada no sofá assistindo o Faustão (#depressão). Eu sou do tipo que gosta de rua, cerveja e gente e, nesse período nebuloso em que fico mais em casa do que na rua, o que mais quero é que chegue o fim de semana para eu me arrumar, mudar o cabelo, fazer uma maquiagem…vocês me entendem?

Esse sábado fui a dois aniversários e voltei pra casa às 5 da manhã. Yay! Resolvi colocar uma saia mais justinha (João reclamou a princípio, mas oras, nem é tão curta assim) e pentear o cabelo diferente. Dividi no meio, me maquiei, fui tirar as fotos e CACETE! Ficou horrível! Mudei rapidinho quando estava saindo de casa. Eu definitivamente não fiquei bem com esse cabelo dividido no meio.

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CREDO! (saia Basthiana, blusa Maria Filó, Sapatilha Karamello, colar Renner)

Mas as festas foram bem boas. A primeira já é um evento tradicional na casa de um amigo nosso, Caio, vulgo Mestre (não, não temos um Soneca ou um Zangado), para tomar uma cerveja e jogar conversa fora. De lá, fomos ao aniversário da Rê, que comemorou junto com a Tatinha os seus 27 anos (na verdade era um aniversário triplo, tinha outra aniversariante tb), em uma editora/night club aqui do Rio (achei moderno, achei hipster). O DJ praticamente só tocou músicas dos anos 80, foi ótimo.

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Evoluindo na pista

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só love

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As aniversariantes

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Baile Charme do Divino

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Fim de festa 1

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Fim de festa 2

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Isso porque o horário de verão diminiu nossa noite em uma hora, viu?

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E vcs, curtiram o finde? Boa semana para todos!

Code blue! Code blue!

Você ama seus cachos, mas acha que eles precisam de hidratação, definição, em resumo: creme. Aí você vai lá, amiga cacheada, e lota o cabelo de creme. Lota, lota, lota, sem medo de meter a mão no pote. Sai feliz da vida com o cabelo molhado mesmo, mas na esperança de que aquele creme vai te salvar, manter teus cachos organizados, disciplinados, bonitos e brilhantes.

Só que não. Não existe um jeito delicado de falar isso, amiga leitora: seu cabelo seca, lotado de creme, e fica com cara de miojo cru – grudadinho, enroladinho, esperando a panela de água quente.

TAPA NA CARA DA SOCIEDADE! TAPA NA CARA DAS CACHEADAS E CRESPAS! CORRAM PARA AS MONTANHAS!

Outra opção possível é passar bastante, mas bastante creme no cabelo molhado, sair bêbada de leave in e mandar um estilo soul glo:

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Calma, gente, não enlouqueci! Mas é o seguinte: miojo cru e soul glo não são opções para nós, meninas modernas, cacheadas, cheias de estilo e atitude. Queremos nossos cachos soltos como em propaganda de shampoo (tem alguma com meninas crespas? eu nunca vi)! Queremos também definição e brilho! Para isso, eu tenho algumas dicas:

1) Experimente secar bem o cabelo antes de passar o leave in. Se está pingando, seque mais.

2) Não exagere no creme. No fim de semana, em casa, experimente colocar um pouco menos, um pouco menos ainda, até chegar na quantidade ideal.

3) Depois que o cabelo tiver secado (ao natural ou com secador), solte os cachos com os dedos:

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Muita gente fica receosa de mexer no cabelo achando que vai ficar muito armado ou vai desfazer os cachos. Vamos perder esse medinho, oras! Evite tocar no cabelo quando ele estiver molhado, com creme. Depois de seco, tá liberado! Soltem esses cachos!

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Combinado?

Test Drive :: Linha AMO, da Yenzah

A gente sabe desde sempre que cabelo cacheado merece cuidados especiais – não dá para simplesmente lavar com shampoo e sair ao vento – no entanto, muitas vezes a gente se prende a linhas de produtos voltadas apenas a cabelos cacheados e deixa de olhar em volta. Por isso hoje indico uma linha voltada não somente aos cachinhos, mas a todos os cabelos que precisam de hidratação constante.

Eu já conhecia a Yenzah de outros carnavais – a linha deles para cabelos cacheados é muito boa – e confesso que as embalagens verdinhas chamaram a minha atenção na prateleira da farmácia. O pessoal do marketing me mandou a linha AMO para experimentar e eu gostei bastante.

A linha é super completa, com shampoo, condicionador, creme sem enxague (leave in), óleo de tratamento e creme de hidratação. Os preços variam entre R$ 25 e 30, pelo que vi aqui pelo RJ (vende nas Drogarias Venâncio e em perfumarias). Os produtos são feitos a base de óleo de macadâmia e enriquecidos com óleo de argan que, segundo o fabricante…

A MACADÂMIA é considerada a rainha das amêndoas. O óleo da MACADÂMIA possui mais nutrientes do que qualquer outro! Australian Macadâmia Oil (AMO) é riquíssimo em gorduras insaturadas, antioxidantes e Ômega 7. O resultado é um toque suave e leve (ALTA ABSORÇÃO), reposição e retenção da água nos fios (HIDRATAÇÃO MÁXIMA E PROLONGADA), eliminando o ressecamento, frizz, pontas duplas e queda por quebra. Um óleo espetacular! Muito brilho, sedosidade, maciez, controle e definição dos cabelos! E além de tudo, AMO YENZAH foi enriquecido com óleo de Argan e filtro solar.

Principais benefícios de AMO Yenzah:

  • Possui alta concentração de gorduras insaturadas (80-85%), sendo facilmente absorvido pelo cabelo;
  • Cabelos hidratados ao máximo sem pesar, é extremamente leve;
  • Deixa os cabelos hidratados por mais tempo, hidrata enquanto retém a água nos cabelos por tempo prolongado (retenção hídrica);
  • Elimina as pontas duplas e o frizz;
  • Protege os fios da ação dos raios UV;
  • Brilho, maciez e definição dos fios.

Diferencias de AMO Yenzah:

  • Ômega 7 (ácido palmitoleico): A Macadâmia é a única castanha rica em Ômega 7, um ácido graxo responsável pela retenção de água no nosso corpo e manutenção da hidratação. Nós produzimos este ácido em abundância até os 30 anos, mas depois dessa idade, a produção dele quase desaparece.
  • Ômega 9 (ácido oleico): Extremamente lubrificante e emoliente, devolve o brilho e a suavidade aos fios.
  • Ômega 6 (ácido linoleico): Fortalece a fibra capilar, evita a quebra e reestrutura o fio.
  • Vitamina A: Outro poderoso antioxidante age nos fios impedindo seu envelhecimento e perda da maleabilidade.
  • Vitamina E: Poderoso Antioxidante age impedindo a ação dos radicais livres que causam o envelhecimento da fibra capilar.
  • AMO Yenzah foi enriquecido com óleo de Argan, que potencializa a nutrição, proteção, além de reparar o folículo piloso.

E o que eu achei?

Shampoo e Condicionador :: São craques para quem precisa desembaraçar o cabelo. O shampoo é bem normal (nunca vejo muita diferença em shampoo, pra ser bem honesta), mas o condicionador sim, dá conta do recado. É grosso e tem um perfume muito gostoso (como os demais produtos da linha)

Creme Leave in – Hidratação máxima :: Eu fiquei bem surpresa com os resultados desse creme no meu cabelo. É o tipo de creme que você precisa saber dosar, sabe? Mesmo não se tratando de um ativador de cachos, deixou os meus bem definidinhos. Tendo protetor solar, achei ideal para o verão e dias em que passo correndo na rua!

Máscara de Hidratação Máxima :: usei combinada com o óleo, e achei bem satisfatória. Uma boa máscara, numa consistência correspondente. O resultado foi bom, deixou o cabelo bem brilhante. No entanto, meu cabelo não está no auge do ressecamento – vamos ver no verão, com praia toda semana, quando o cabelo fica aquela palha!

Óleo concentrado de macadâmia :: Depois do leave in, foi o produto que mais gostei. Não é muito grosso como os demais óleos/reparadores de pontas/silicones a que estou acostumada. É mais fluido e absorvido bem rápido. Usei algumas gotinhas diluídas na máscara de hidratação e fiquei bem satisfeita. Já usei também combinadoa outros leave ins o cabelo ficou soltinho, sem pesar.

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Então é isso, gente, recomendo bastante a linha AMO, da Yenzah! Alguém aí já tinha experimentado os produtos?