Frases que amamos!

Uma das coisas mais legais de navegar em blogs de moda é encontrar um monte de gente que pensa de um jeito bem parecido – ou super diferente – do seu! Isso gera um monte de reflexões, conversas, e o saldo final é bem positivo, né? Pelo menos eu acho, ainda mais quando algum acontecimento vira sua cabeça e te faz pensar diferente, agir diferente. Já tem um tempo que vi essa frase da Karla, do Karla’s Closet, e achei muito interessante. Tão interessante que esperei até saber mexer no photoshop de maneira decente para colocá-la aqui (#excluídadigital):

.

.

Traduzindo:

“Algumas pessoas me escreveram recomendando que eu use cores mais neutras, ou que eu deveria considerar seriamente me vestir como essas modelos fora do horário de trabalho. Sabe o que eu tenho a dizer a respeito: dane-se. A moda deveria ser diversão. Não deveriam haver regras sobre o que devemos ou não usar. A propósito, eu odeio aquelas matérias de revista sobre o tipo de roupa para cada biotipo… talvez as pessoas não queriam acentuar a cintura…  talvez algumas pessoas queiram mostrar seus quadris largos… ou não queiram adotar um visual todo preto só para parecerem mais magras… entendem o que quero dizer?

.

Então, isso é um pouco do que eu penso. Cada vez mais, com o blog, tenho visto a moda como expressão da nossa personalidade. Se você gosta de jeans e camiseta, se joga. Se você ama salto 15, vai nessa. E, além disso, temos que parar com essa mania de criticar os outros o tempo todo, né? Eu mesma sou muito assim! hahaha, tem coisa mais gostosa do que fofoca de celebridade? Mas assim, de verdade, não devemos levar essas “regrinhas de moda” (que só por serem regras já são patéticas) tão à sério.

O que vocês acham?

Advertisements

Vocês ainda lêem revistas?

Eu sempre gostei de revistas. Das vezes que viajei pra fora do Brasil, comprei revistas – ou pelo menos passei em bancas de jornal pra conferir o estilo editorial, as capas, as montagens internas. Hoje, com a proliferação dos blogs de moda, a gente acaba chegando na banca e se deparando com poucas novidades, é verdade, mas uma coisa é certa: não me canso de ler revista. Gosto de folhear, marcar, recortar. As portas do meu armário são cheias de colagens de coisas interessantes que vejo por aí (#14anosfeelings), e sempre que sobra um dinheirinho, eu compro uma revista – é tipo comprar esmalte, sabe? Sacia aquela vontade de gastar e não dá culpa depois.

Já li muuuita revista de emagrecimento, ginástica, era o pecadinho que eu escondia durante a faculdade de jornalismo – todo mundo lá dizendo que lia a Caros Amigos, Piaui e afins, e eu gostava demais da Boa Forma – mas hoje eu já me convenci que nunca serei magra, sempre serei coxuda e barrigudinha. Então superei isso e passei pra outras revistas, mas ainda não cheguei nas intelectualizadas – quem sabe até os 30 eu chego lá. Ai de mim. Então vou confessar, hoje eu leio:

* Estilo (In Style): pelas compras de loosho que eu provavelmente nunca farei, além dos editoriais bacanas que rolam de vez em quando;

* Gloss: eu gosto bastante da pegada girlie, e acho que rolam boas dicas de compras;

* Criativa: é mais adultinha que a Gloss, né? Gosto das matérias;

* Nylon: comprei pela primeira vez tem pouco tempo, e me apaixonei pela linha editorial meio oitentista e bagaceira;

* Capricho: Pq na minha época não era tão bonita! Aí de vez em quando compro e saio do jornaleiro falando algo como “minha irmãzinha vai amar! Ah, essas adolescentes!”

;

As revistchinha

.

Aí, depois de comprar esse monte de tranqueira, eu marco ou recorto tudo, coisas que quero usar, penteados, futuras compras…Daí pensei: pq não colocar lá no blog? Não necessariamente editoriais – esses você encontra numa googlada – , mas coisinhas interessantes que marquei por aí?

O que vocês acham?

Pense comigo…

Esse fim de semana encontrei meus amigos da época do colégio. Sempre nos encontramos pra fofocar, beber e rir, são pessoas muito queridas pra mim. Aí, durante o encontro, falei do blog – alguns tinham visto a matéria no JB – pela primeira vez. Sim, pq eu nunca tinha divulgado o blog entre os meus amigos. Nunca contei. E aí fiquei explicando pra eles como tudo começou, como é esse mundinho blogs de moda, falei que conheço muitas blogueiras pessoalmente, de sair pra almoçar, já fui até um show com a Vê e tal, e aí me dei conta de uma série de coisas que a gente passa a considerar normal depois de um tempo, mas nem são, né. E dessa epifania saiu um textinho meio bobo, mas com espírito de manifesto, que posto agora pra vocês:

.

Quando a gente cria um blog é como um bebê: pequenininho, frágil e com uma cara de joelho que não lembra muito a nossa. Aos poucos, vamos conhecendo outras meninas (os), comentando e, como retribuição, essas pessoas acabam conhecendo o nosso baby. Se gostarem, voltam pra ver mais. Se não, fica por isso mesmo.

Aos poucos, a gente cria uma rede. Uma rede de conehecidas, amigas, visitantes ocasionais. São pessoas que, de uma forma ou de outra, estão interessadas no que temos a dizer – e pode ser um blog de cabide, de livros, de Big Brother, de looks diários, de qualquer coisa. Se essas pessoas forem muitas, o blog vira um hit, como tantos que conhecemos. Se o blog não tem tantos leitores, continua no mesmo nicho. E isso não é ruim.

Mas quando um blog bomba, todo mundo sabe o que acontece: as marcas abrem o olho, mandam kits, brindes, rt no twitter, até te convidam pra cobrir desfiles – se você tiver um blog de moda, claro – e você vai se tornando conhecida em outras esferas, e não somente aquelas suas fiéis leitoras. Você vai sendo (re)conhecido pelo seu trabalho, e isso é sempre muito bom.

Famosidade
O passo seguinte é difícil. É o tal do “ser famosa”. Independente da proporção que isso possa ter. É ouvir (ou ler) que você é muito bonita, que você se veste super bem, que você é engraçada, ou culta, ou interessante de alguma forma. É quando o ego cresce. Deixa eu te dizer uma coisa: meu blog é um grande alimento para o meu ego. Eu recebo elogios o tempo todo aqui, e isso é maravilhoso, quem não gosta? Imagina se esses elogios vierem acompanhados de presentes, convites, matérias no jornal? Já era, eu virei a Carolina Dieckman e não contei pra ninguém.

Por mais que eu me ache, não posso vir aqui e dizer, sei lá, que lenço palestino é o fim do mundo. “Não me diga o que eu não posso fazer”, é uma frase de um personagem de Lost que eu adoro, o John Locke (alô Lostmaníacos, beleza?), e que sintetiza o que eu vejo por aí. Não posso dizer isso, gente. E quem pode? Se a Chanel tem a coragem de trazer o tamanco de volta, quem sou eu pra dizer que você não pode usar sandalinha de acrílico? Eu posso dizer o que não gosto, mas não posso decretar o fim de nada, apontar o dedo pra sociedade blogueira e dizer, oh, morreu, pelamordedeus. Cada um é livre para fazer o que quiser, até ser humilde. Até concluir que eu não sou Anna Wintour – e acho que nem Anna Wintour tem direito de ser escrotinha, né? O mundo dá voltas. Então acho que, assim como o blog é um exercício para o ego, a internet também pode ser um exercício de humildade. Pra gente ver que não é tão formador de opinião a ponto de querer mudar a dos outros.

P.S.1: Outras blogueiras queridas também fizeram posts-protesto. São elas as lindas Annina, Lily, Ana e a It Guél. Todas muito delicadas, educadas, mas não menos incisivas. Adorei, gatas.

P.S.2.: Não sou perfeita e não estou dizendo que todo mundo deve ser. Sou gordinha, tb acordo de mau humor, nem sempre respondo comentários, não consigo visitar blogs com muitos erros de português, às vezes escrevo e pareço arrogante, nossa, tenho vários defeitos, todo mundo tem. Mas vamos refletir pra ver se a gente pode ser melhor? – Agora, tal qual cantor poupando a voz no meio do show, eu jogo o microfone pra galera. Se façam nos comentários. beijos.

Oi?

garfield_monday

Alguém me passa um guaraná em pó, um café bem forte, uma coca-cola concentrada, pq não tá dando não.

.

Diálogo Fernanda x Fernanda às 5:50 da matina

– Tocou  o despertador, cara. Levanta.

– Ah, calmaê, né? O relógio tá adiantado. Posso ficar mais cinco minutos. Espera só a Adriana Calcanhoto terminar de cantar. [acordo com rádio-relógio]

– Cara, você tinha que mudar essa rádio. Tinha que acordar com o Kiss gritando no seu ouvido. Adriana Calcanhoto? Quem consegue acordar com Adriana Calcanhoto cantando?! Eiiii

– ZZZZ…

– Acabou a música, Fernanda. Levanta.

– Pra quê? Choveu a noite inteira. Tá um frio. Liga pro trabalho e avisa que eu não vou.

– Antes do trabalho ainda tem a pós. Levanta.

– Avisa que eu não vou também. Avisa que peguei gripe suína.

– Ei. Hoje você tem que avisar as pessoas* sobre a gripe suína. E cada aula da pós custa uns %#* $ reais.

– Tô nem aí. Me deixa dormir.

– Mas então você não vai estrear seu sapato novo hoje??

Levantei.

.

* sou da comunicacao interna da empresa que trabalho. Hoje começou uma campanha de conscientização sobre a Gripe A.
.

P.S.: Tem novidade ferdy pra quem adora um couro. Quer ver?

DSC07097

UPDATE: Esqueci de colocar fotos do sapato novo!

aaaaaaaalto!

aaaaaaaalto!

Mais considerações…

* Quão constrangedora pode ser uma depilação de virilha cavada com alguém que você nunca viu na vida? [super profissional, mas mesmo assim! Não é horrível?]

.

* Pq sempre depois do almoço eu quero um brownie? Pq?!!

.

* Decidi não comprar roupas esse mês. Hoje ainda é dia 08, mas já estou na contagem regressiva para agosto.

.

* Minha amiga Manu me mandou essa foto:

Família Jackson

E pergunto a vocês: o filho menor (Blanket, lembram) não lembra um pouco o Michael Jackson? Mas assim, o MJ branco e pós-plásticas? Isso atingiu o DNA dele também? Isso tudo não é muito estranho? O mundo não é mais o mesmo desde a morte de Dercy, cara, que eu achava que era imortal.

Considerações do pós almoço

* Deveriam fazer faixas preferenciais na calçada pra quem quer andar rápido, tipo como acontece pros carros. Detesto andar devagar. E quem anda na diagonal deveria tomar multa. [tpm mode on]

.

* Eu pagaria para tirar uma soneca de dez minutos. Nem precisava ser numa cama, uma poltrona reclinável já estaria de bom tamanho. É o tipo de negócio que eu gostaria de abrir aqui no Centro do Rio, um “cochilódromo”.

.

* Já estou acabando o Rising Tides, segundo livro da trilogia da Nora Roberts.  O irmão da vez é Ethan Quinn, pescador. Infância tensa, fase adulta introspectiva. Sabe aquele cara que pensa um milhão de coisas e só fala uma? Adoro homem assim. (tá aí meu namorado que não me deixa mentir. pensamento mais rápido do que a fala.). E olha que são complicaaaados. Enfim, apaixonada pelo Ethan. E como gosto de criar scripts hollywoodianos na cabeça, pra mim ele seria o Daniel Craig (bobagem, né?)

Oi?

Oi?

* Eu gosto de comer sozinha. Gosto de sair pra almoçar com o meu livro preferido do momento, comer devagar, ver as pessoas, e ler ler ler. Ninguém entende. Hoje fiquei mais de uma hora no restaurante,  curtindo o momento. Torço pra não encontrar ninguém que eu conheça. E fico lá, pensando, viajando na minha cabeça… [não que eu não goste de sair pra almoçar com os amigos, gente. eu faço isso o tempo todo. Mas de vez em quando todo mundo precisa de um momentinho pra si]

Com o que gasto? Com o que não gasto? Pq?

Gente. Na quinta-feira, na hora do almoço, estava conversando com a minha amiga Manoela sobre nossos gastos mensais. Falei pra ela do meu planejamento que, tal qual o Rei Roberto, eu digo que daqui pra frente tudo vai ser diferente, essas coisas de gastar mais conscientemente. Daí a gente ficou pensando em que desculpas a gente dá pra gastar, sabe?

.

Tipo assim, você vai no shopping com a clara intenção de comprar uma calça. Entra na loja. Precito da calça: R$ 120. Mas aí vê um vestido maravilhoso, todo fofo, pelo mesmo preço.

“Ah, mas vestido é uma peça só. Já estou pronta”.

Daí eu levo o vestido.

aloca dos vestidos!

aloca dos vestidos!

..

.

Situação 2: Vou ao shopping querendo comprar uma blusinha maneira. Uma simples blusinha para usar com um jeans mais arrumadinho e sapatilha.

Entro na loja. A blusinha-fofinha-ai-meu-deus custa R$ 80. Vejo uma saia colorida pelo mesmo preço.

“Ah, mas a saia eu posso complementar com uma blusinha lisa de 10 reais, né.”

E levo a saia.

.

sainha

saia bapho. amo amo amo

.

E com isso, não tenho muitas blusas escândalo, daquelas que montam o visual quase todo, e o resto vira periférico. Mas hoje encontrei uma linda no fundo do armário, num dos raros momentos “hoje eu vou comprar uma blusa e ninguém vai me segurar(daquele jeito!).

carinha toooosca

carinha toooosca

Blusinha Impulsiva

.

E vocês, que desculpas usam para comprar (ou não comprar!)?

.

P.S.: Minha amiga também tem um pensamento para não comprar (coisas que herdamos das nossas mães…). Assim: você entra na loja. Vê um vestido lindo, algodão, tipo aquelas maravilhas que você vê na vitrine da Farm. Precito: R$ 300.

Ela declara (com um certo tom de pânico na voz):

“Trezentos reais, querida? Mas não dá nem pra usar à noite!!”

.

Adoro.


Até que idade uma mulher pode usar lacinho?

Me perguntei isso hoje. A roupa super combinava, o brinquinho está discreto, nenhum cordão, senti falta de um acessório. Tasquei o lacinho. Mas aí fica a pergunta: será que estou velha demais para usar lacinho? E mais: será que vão me levar menos a sério por conta do fofíssimo adereço?

19-06-09_1507

19-06-09_1511

Fica a dúvida.

***

P.S.: Ontem acordei com os lábios inchados. Era pouca coisa, mas vamos lá, me enchi de hidratantes labiais e glosses (amo!). À noite, ainda estava com a boca inchada e quente. Fiquei com medo de ser herpes. Hoje de manhã, tcharãn: acordei com uma elefantíase instantânea, que me deixou com lábios maiores que a Angelina Jolie. Corri na emergência, e parece que tenho uma alergia.

Tomei um anti alérgico e estou melhor, mas ainda olho no espelho e parece que fiz uma aplicação de botox malsucedida.

Clueless Style!

A Kate, fofíssima lá do Showcho, fez um post sobre a moda em várias décadas. Comecei a pensar que adoooro as peças dos anos 50 (como a maioria das blogueiras), mas que muitas coisinhas dos anos 90 têm me chamado a atenção: cores flúor, cintura no lugar, ombro marcado, meias… E que filme melhor exemplifica esse estilo 90’s do que As Patricinhas de Beverly Hills?!

Essa foto não tem um quê de Becky Bloom?

Essa foto não tem um quê de Becky Bloom?

Tal uma Blair de 14 anos atrás (nossa, tudo isso?!), a personagen Cher (Alicia Silverstone, que ninguém sabe, ninguém viu)  e suas amigas Dionne e Tai eram as absurdinhas do pedaço. Muito xadrez, tweed e meias, além das faixinhas de cabelo, tudo a ver com as Gossip Girls que tanto amamos!

clueless2

clue4

Eu lembro que, quando vi esse filme (já na TV, não sou tão velha assim! hahah) fiquei louca pelas trancinhas da Dionne (interpretada pela atriz que não sei o nome), e acabei usando meu cabelo assim alguns anos depois.

Hoje, olhando melhor, vejo que dá pra usar muita coisa do visual das personagens, principalmente os vestidinhos e sapatos boneca, que voltaram contudo já tem muito tempo, e prometem não ir embora (oi? conforto? obrigaaada!).

clueless1

xadrez

xadrez e coletinho, tudo de volta

Fiquei com a maior vontade de usar, e vocês? Já estava com aquela vontadezona de usar meias no meio da perna (5/8 ou 7/8, ainda não achei a ideal), agora entrei no desespero! E não sou só eu, viu?

tight

E aí? Quem vai de noventinha?