Semana das Equipments, day 4

Oi, gente.

Passando aqui na correria para publicar o 4º dia dos looks com Equipment!

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A camisa é da minha avó, e é simplesmente enorme. E minha vó é magra, então realmente não lembro em que época ela pode ter usado essa camisa… ou se o modelo é realmente assim. O fato é que a camisa é deliciosamente kitsch. Sim, tem uma pedraria na gola de gosto duvidoso, mas eu confesso que curti a ideia e ainda complementei com um statement que eu mesma fiz um dia, mas que nunca cheguei a usar. Como a blusa era gigaaante, tinha a pedraria, o colar, e ainda um cintinho para acinturar, achei que seria demais uma sapatilha colorida, então coloquei uma meio cobre (essa veeeelha aqui). Só que na volta (fotografo meus looks no fim do dia) peguei uma chuva, a sapatilha ficou toda molhada, e eu deixei na porta de casa, nem cheguei a entrar.

Estava posando descalça para as fotos, quando…

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Chegou minha personal stylist. Confiram:

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A Luna curtiu. E vocês, o que acharam?

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Post Monstro do Fim de semana :)

São nove e meia da noite e eu finamente terminei o meu artigo. Como não aguento mais olhar pra cara do bendito, mandei pro namorado dar uma olhada e avaliar. Tenho que entregar amanhã, e aí, oba! Diploma na mão e mais umas linhas no meu currículo.

No mais, o fim de semana foi muito bom, obrigado. Na sexta (oi, já conto final de semana desde que desligo o computador do trabalho!) fui com o namorado no Bar Urca, para comemorarmos o aniversário do Daniel, amigo dele da faculdade, que completou 27 essa semana, mas com carinha de 24 (e apresentou a monografia, parabéns!). Eu adoro o lugar, a gente senta na muretinha e toma uma cerveja, bate uma brisa, bebe outra cerveja, come um bolinho de bacalhau e bebe mais uma cerveja, se desespera com as baratas que surgem e, oi, chega de cerveja que eu trabalho no sábado de manhã.

Pro barzinho eu fui assim:

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E olha, isso vai contra a minha filosofia de fim de ano (que inclui basicamente fugir de todas as balanças e comer o que vier) mas eu tô gordinha, viu? Dá só uma olhada da última vez que eu usei essa saia. Tristeza. Fiquei pensando nisso e aí pedi uma ajuda pra Luna:

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Acho que não posso contar com a compreensão dessa gatinha.

Saia Luci Marçal. Sandália City Shoes (look patrocinado). Blusa Zipper Zipper.

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E estou, aos poucos, aprendendo a me maquiar, oba! Comprei uns pinceizinhos e um delineador em gel na Coastal Scents (tudo dica da Ingrid, que é fera) e fiz um tímido puxadinho-gatinho-amy no olho. Má é lóóógico que um olho ficou diferente do outro, mas vocês não tem noção de como era antes, quando eu tentava usar o delineador líquido (daquele com potinho e pincelzinho) da minha mãe. Vocês não tem ideia da meleca, da raiva e das lágrimas rolando. Drama total.

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Eu fiquei orgulhosa e o namorado ainda elogiou! E o pessoal no barzinho ainda me chamou de Jade. Xuuuuxexo!

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No sábado, depois do trabalho, fui para a casa da minha amiga de infância Bruninha para brincarmos de amigo oculto. Somos 6 amigas que nos conhecemos há mais de 10 anos, e sempre tentamos nos encontrar (Claaaaaa, saudade de você! – Ela foi morar em Portugal e a gente ficava sempre sentindo a falta de alguém). Então rolou um amigo oculto sorteado na hora mesmo, um almocinho e várias fofocas.

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No domingo deu praia. O namorado é praticamente um menino peixe, e eu também não dispenso o combo areia fina e água salgada, então fomos pra praia. Estava um paraíso, pouco trânsito e praia vazia (para onde foram os cariocas, gente??).

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Voltei pra casa para fazer meu artigo, que já tava mais do que na hora, né não? Sentei a bunda na cadeira quente (meu computador fica em um lugar mega quente) e comecei a escrever. Mas veja bem, ainda vão diagnosticar que eu tenho déficit de atenção, alguma parada assim, pq eu sou a pessoa mais dispersa que existe. E, né, meu artigo era sobre blogs, e eu precisava colher algumas referências… preciso nem dizer que de tempos em tempos eu estava era lendo blogs, e não escrevendo. Nessa brincadeira, eu vi uma dessas bolsas quadradinhas que estão voltando à moda e que eu estou louca para usar. Minha mãe tava do lado, costurando sei lá o quê e eu pedi ô manhê, cê tem alguma coisa assim, meio estruturada, tipo bolsa antiga? Ela resgatou do guarda roupa um monte coisa velha dos anos 90 que, meu Deus, é feio pra chuchu, e que eu torço pra não voltar à moda. Daí, no meio disso tudo, eis que surge:

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Minha mãe pra mim: Essa é a mais velha que eu encontrei, serve? Desglamourização, trabalhamos com.

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Vi potencial na menina, gente. Limpei, meti a mão na graxa e dei um jeitinho nela. Mas está secando, vamos ver se fica boa? Se ficar, pode ter certeza que vocês verão posts com ela logo logo (não me seguro para usar coisa nova, gente!).

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Ufa! São 22:24 e eu acabei o post.

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E o finde de vocês, foi bom?

#Momento Felícia

Caverna do Dragão, Cavalo de Fogo, Muppet Babies. Entre os desenhos que eu mais via quando era criança estava o Tiny Toons, o que acredito que fosse a “miniatura” dos Looney Toones. Numa época em que Cartoon Network parecia coisa de outro mundo, eu e meus irmãos assistíamos ao Perninha, Lilica e Plucky Ducky nos corredores de uma típica escola americana escola não! Eles estudavam na Looniversidade ACME (quem lembra?).

Eu logicamente era a Lilica nas brincadeiras. Mas hoje vejo que eu facilmente poderia ser a Felícia. Tirando as maldades, claro. A Felícia do desenho animado amava tanto os animais que os sufocava com carinhos e beijinhos babados, mas trancava-os em jaulas e praticamente torturava os bichinhos com tanto amor:

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Tal qual uma Felícia da vida real, eu amasso os meus gatos. Eu pego e aperto e abraço, e falo que nem uma retardada. Tá, não retardada retardaaaaaada! É uma coisa meio ain gatchinho pretchinho dji mamããããe! Vc é tão fofo! Vc é tão preto! Vc sofre preconceito? Te zoam na escola? Eu vou te apertaaaaar!

É aí que eles fogem.

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Saia Riachuelo. Sandália Mr. Cat. Bolsa Fernanda para Intuitif. Blusinha Zipper-Zipper. Cinto Sapatella.

Adora os posts dos meus gatos me dando dicas (ou fugindo de mim)? Agora é só clicar na tag #gatitos!

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Ah, e nunca é demais lembrar: eu repudio qualquer espécie de maldade com os animais. Penso, inclusive, que quem faz maldades com animais (espanca, machuca, assiste à dor e ignora) é perfeitamente capaz de fazer o mesmo com seres humanos. Há mais de um mês eu soube (pela internet) de uma tortura a animais exposta no orkut, e aquilo me chocou de uma forma que eu não pude (não posso) esquecer até hoje. Tudo bem que sou facilmente impressionável, do tipo que fecha os olhos e lembra perfeitamente da cena, mas realmente acho importante retificar. Não sou vegetariana, não sou paz & amor, mas a gente não pode ignorar que os animais sentem como a gente, e não são seres de menor importância por não falarem, não raciocinarem ou o que quer que seja (eu sou daquelas que realmente acham que há alguma espécie de raciocínio mas, né, comprovação científica eu não tenho). Por isso, se você passa e vê gente chutando, jogando pedras ou maltratando qualquer bicho, cara, não finja que não viu (se vc faz isso com seres humanos, então tá na hora de rever um pouco um monte de valores). Denuncie.

Praticamente um bullying de moda.

_ Olha só que horrível, cara, parece um saco de batatas.
_ O quê?
_ Olha essa calça, cara.
_ Ah, sei qual é o nome: é sarouel.
_ Isso, olha como fica a bunda da mulher! Um horror.
_ É, não é coisa de mulher.
_ É!!! Não tem nada de feminino, deforma tudo, fica muito feio.

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Enquanto eu caminhava pela rua a caminho do trabalho, fiquei com muita vontade de chorar. Os dois caras conversavam sobre mim, em alto e bom som, sobre a minha roupa. Só de lembrar já me dá um aperto no peito. No dia eu estava de calça sarouel, bem larguinha e confortável, até pq estava em um “daqueles dias”, sabe? Me sentindo inchada e feia.

Eu adoro calças cenoura, mas já tive um medinho de usar. Medo de quê? Medo de ficar feia. Mas vocês já pararam pra pensar no quão ridículo isso pode ser? Pq temos a obrigação de estarmos bonitas o tempo todo? Se você olhar em volta, vai notar a infinidade de homens carecas, barrigudos, peludos e andando livremente sem camisa na rua. Porque eles podem e a gente não pode sair descabelada? Raspar o cabelo curtinho sem ouvir que estamos “parecendo um homenzinho?”. É um estigma da mulher: ser bonita para agradar o homem. Ou estar bonita para agradar/fazer inveja/demonstrar poder às outras mulheres? Caprichar no visual para mostrar como é caprichada na vida doméstica. Estar sempre magra para mostrar que é uma boa amante. Oi?

Depois do ocorrido, tomando uma certa distância e pensando friamente, vi que eu não devia ficar tão triste, pq ninguém, eu digo ninguém tem o direito de te humilhar por causa das suas escolhas, quaisquer que sejam elas. Quer pintar o cabelo de roxo? Quer usar havaianas em dia de chuva? Quer pegar a camisa do seu pai e sair por aí? Quer ir na padaria de pijama? O direito é seu, e ninguém pode se meter a praticar um bullying fashion pq acha que você deveria estar diferente.

Cheguei em casa ainda cheia dessas ideias na cabeça. Ainda triste. Mas só consegui escrever um post tão questionador pq meus gatinhos estavam lá para mostrar o outro lado. Pq por mais blasé que eles sejam, são os meus companheiros de todos os momentos. Meus amigos tb 😀

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Essa frase que a Luna disse eu tirei de um blog muito bom, o A Dress a Day. Nele, a blogueira diz o seguinte:

Você não precisa estar bonita todos os dias. Você não deve beleza a ninguém. Nem ao seu namorado/esposo/companheiro, nem aos seus colegas de trabalho, muito menos a um homem qualquer na rua. Você não deve isso a sua mãe, aos seus filhos, à civilização em geral. Beleza não é um aluguel que você paga por ocupar o espaço denominado “feminino”.

 

Sintam-se à vontade para dar a opinião de vocês.

A popularização me encanta

Eu lembro que a febre de Alice no País das Maravilhas começou no ano passado, quando começaram a divulgar as primeiras imagens do longa do Tim Burton. Ver Johnny Depp, Anne Hathaway e Helena Bonham-Carter caracterizados fez nascer uma febre de Alice: aí era um tal de pingente de xícara, Eat Me pra lá, Drink Me pra cá, uma histeria coletiva ao ver peças de roupas com cartas do baralho, gatos pirados ou meninas de vestido azul, uma coisa de louco. Daí, esse ano, o filme foi pros cinemas, todo mundo pode comprovar que era uma boa bosta e voltaram para suas casas e pros seus cacarecos de xícara, baralho, etc etc. Só que isso tudo aconteceu em um ano, gente. E se agora ninguém mais chora lágrimas de cristal ao ver uma blusinha do chapeleiro maluco, más notícias: é agora que ficou barato mesmo investir nelas.

Digo isso pq estava eu outro dia pela Rua da Alfândega (sério, acho que qualquer dia eu me mudo pro Saara logo de vez e acabo com essa lenga-lenga) e encontrei essa lojinha. Peraí, preciso explicar. Na Rua da Alfândega, nº 10, há uma espécie de “shopping popular”. Na liguagem simples e direta, um galpão arrumadinho cheio de stands. Fuçando por lá encontrei a Poupée, lembram? Fuçando novamente encontrei a Artti, que vende camisetinhas com estampas fuefas por R$ 39 – e nessas estampas, sim, estão os naipes do baralho, bules e xícaras.

Achei o preço muito bom, a qualidade é legal, mas não tinha meu tamanho. Levei a G e meio que me arrependi, o decote ficou grande demais. Anyway, adoro usar roupa nova e nesse dia investi num look super girlie, com a minha nova sapatilha City Shoes!

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Luna estava de folga hoje, então saí correndo para mostrar minhas novidades para o Nuit:

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Nuit não aguenta mais falar de itens relacionados à Alice, mesmo que eles sejam fofos. E ele é contra a popularização da moda de uma forma geral.

Gatinho mais elitista esse.

Saia Drops de Anis. Blusinha Artti. Cinto ferdy. Sapatilha City Shoes [look patrocinado].

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Amiga desnaturada mode on: Hoje é aniversário da superhiperfofaretrôvintage Aline Aimée, uma querida amiga que a blogosfera me trouxe.

Sensível, delicada, mas também irônica, engraçada e justa. Uma pessoa que vale a pena conhecer, de verdade.

Parabéns, querida. Aproveite muito 😀

Obrigada, Zipper Zipper!

Vocês já devem ter notado que algumas das minhas principais roupas de trabalho são dessa marca: acho tudo lá bem bacana e super adequado com o ambiente de trabalho, sem contar que tem uma loja pertinho da sede da minha empresa. Por isso, não pensei duas vezes quando a minha saia clara ficou totalmente escrotizada com um acidente na hora do almoço.

Corta para a cena do almoço: eu lá no quilo, conversando animadamente e cortando o bife quando, ui! voa comida para todos os lados. Quer dizer, para um lado só, né, a minha saia.

Voltemos ao look, prontamente substituido por uma sainha comprada em cima da hora (a loja está em promoção!):

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Olha quem chegou!

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Meu pretinho básico.

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Fofinho da mamãe!

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OBS sobre meus gatinhos: o preto, Nuit, é o mais aparecido. Vem falar comigo bem na hora que estou tirando foto! (falando mesmo, gente, o gato não fica quieto, juro!). Já a Luna, minha gata branquinha, foge quando vê um flash. Deve ser desconfortável pros olhos dela, imagino. Mas ela também curte o momento da foto olhando lá de cima, na outra escada. Pelo ângulo da foto não tem como vocês verem, por isso fotografei a Luna de pertinho no momento da avaliação do look (ela é a minha crítica de moda):

Desculpa, Luna, amassou na Kombi!

Saia e blusa Zipper Zipper.  Meia Lupo. Oxford Leeloo. Gatinhos do acervo da produção.

Teeeente outra vez!

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Uma das coisas que eu mais gosto aqui no blog é a chance de trocar informações com as leitoras (e leitores, pq não?). Até pq acredito que quem cria um blog com looks deve estar aberto à críticas, sejam elas positivas ou não. Dito isso, lembram do look com o boyfriend blazer que ficou too much information? Várias meninas deram sugestões, e eu resolvi usar esses conhecimentos na elaboração de um novo look, dessa vez comentado por uma das minhas críticas de moda preferidas, minha gatinha, Miss Luna Fischer:

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Luna aprovou. 🙂

E vocês, o que acharam?

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OBS.: Além dos leitores super participativos do So Shopaholic!, eu também procurei pelos sites como as meninas tem usado os boyfriend como o meu, não tão acinturados, mais grandalhões mesmo. Por isso montei um mini inspiration board para vocês se inspirarem também 🙂