A transformação da Renata

27 Jan

Uma das coisas mais legais de se ter um blog é conhecer um monte de gente com quem você talvez jamais trocaria uma palavra. Toda semana recebo e-mails de meninas e mulheres querendo tirar uma dúvida, trocar uma ideia. A maioria delas quer conversar sobre o cabelo – e por isso fico muito feliz em compartilhar com vocês as minhas dicas, produtos e rotinas capilares. Isso abre espaço pra que todo mundo aprenda um pouco com a experiência da outra. E, dessa vez, compartilho com vocês a história da Renata!

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Fernanda, td bem?! Bem, há um tempo atrás eu te escrevi falando sobre algumas situações que nós, mulheres crespas e cacheadas enfrentamos no cotidiano por causa dos preconceitos que ainda existem na sociedade.
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Pois agora volto a te escrever só pra te dizer que resolvi assumir os meus cachos de vez! Foi muito difícil pq tive que ficar meses sem dá nenhum química no meu cabelo, então, imagine meu sufoco…. ele não tinha definição, vivia preso pq eu não tinha coragem de cortar de uma vez, preferi esperar crescer até ter coragem.
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Fui ao salão Beleza Natural de Salvador e dei alguns super-relaxantes e no dia 06/01/2012 resolvi cortar de uma vez e assumir meus cachos! Nunca tive cabelo curto, por isso, confesso que ainda não me acostumei completamente. Mas estou muito feliz por ver que meus cabelos hj estão mais fortes, saudáveis e hidratados!
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Agora eu brinco dizendo que antes eu tinha um cabelo medroso! Ele tinha medo da chuva, do vento, da umidade, da água do mar, da piscina…. hehehehehehe Mas hoje ele está corajoso e pode enfrentar tudo, inclusive os olhares curiosos e preconceituosos!
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Resolvi te escrever pq precisava compartilhar isso com vc! Seu blog, suas postagens sobre cabelo, o seu cabelo, tudo é tão inspirador, motivador, talvez vc nem imagine o quanto! Obrigada por ter me ajudado mesmo sem querer ou sem saber! hehehe
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E como as imagens valem mais do que mil palavras, seguem algumas fotos da minha pequena transformação que ainda está no início. Tem fotos do périodo que eu só andava de cabelo preso, de quando eu era escrava da escova e, finalmente, meu cabelo atual.
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Antes da transformação, com a raiz bem lisa e os fios ressecados.
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Em um dos momentos de escova
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Hoje…
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Cacheada e poderosa!
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Gente, a Renata não ficou muito mais linda depois da transformação? Não passa uma imagem de uma mulher segura, cheia de si, diferente das demais? Tenho CERTEZA que você está chamando muito mais a atenção quando passa na rua, Rê, conta pra gente! Aliás, conta pra gente um pouco sobre usar cabelo curto: você usa os mesmos acessórios de antes? O que mudou?
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Beijos, e força pra quem quer seguir o exemplo da Rê!

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#resolução2012: Ousar mais

23 Jan

“Esse ano vai ser diferente”, ela disse.

“Esse ano vai ser diferente”, eu disse.

Mas vai ser diferente mesmo. Quer dizer, vamos tentar fazer diferente? Convido você amiga que tem blog, twitter ou facebook a contribuir com essa hashtag, #resolucao2012 durante todo o ano. O objetivo não é virar trending topic no twitter, é realmente fazer diferente em 2012 (pode ser o último ano de nossas vidas, veja bem!) e ir tentando por em prática aquelas suas resoluções de fim/início de ano. Topa?

Ao longo do ano, farei posts com essa hashtag no título. Na lateral do blog, ao invés de “wishlist”, teremos a lista das minhas resoluções. E vamo que vamo!

Pra começar, uma resolução que deve estar em todas as páginas da minha agenda (que ainda não tenho, ouch!): ousar mais. Misturar mais, me divertir mais, experimentar mais. Sem medo do que os outros vão falar, com o único objetivo de aprender com a moda e com o meu próprio corpo. Resolvi dar o primeiro passo com esse vestido. A primeira vista, um monte de volume, um repolhinho, e ainda por cima em uma cor que não sou muito familiarizada. Não gosto muito de marrom, sabe? Mas vou vencendo esse preconceito e me apaixonando por composições mais sóbrias, menos infantis (às vezes penso que meu guarda roupa é muito fofolete pra minha idade…). O resultado vocês podem ver abaixo:

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Usei o vestido duas vezes, para o meu aniversário de namoro com o João e para o Fashion Business. Sei que ficaria melhor com um salto alto, tenho até o modelo nude na minha cabeça, mas olha… NÃO DÁ. No calor meus pés suam demais. É uma cascata. É um nojo. Então ando de sandália o mais aberta possível ou então com sapatilha, pra ninguém ver a lama que pode estar se formando lá embaixo. Socorro.

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E aí, gente, o que acharam? Eu gostei bastante com o cinto maior e mais bruto.

 

*Se você quiser entrar nessa e “ousar mais” também for uma resolução válida para o seu ano, mande uma foto pra mim! Os posts #resolucoes2012 vão rolar o ano todo!

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Cachos e crespos no Fashion Business

18 Jan

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Olha, não vou tagarelar muito não. Esse é o tipo de post pra você, amiga cacheada, guardar nos seus favoritos, criar uma pastinha com as fotos, se inspirar num dia de bad hair. São alguns cabelos bacanas que eu encontrei nos corredores do Fashion Business, na semana passada. Delire.

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Ivi Pizzott, uma deusa.

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As amigas Simone Oliveira e Sulamita Ferreira (de tranças)

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Jacqueline Araújo, com as pontas mais clarinhas

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Mãe e filha, Vanderléia e Shaynne mostram que família que cacheia unida, segue unida!

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Shaynne tão linda que merece BIS!

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Tem mais fotos na galeria!

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* todas as fotos são de autoria da Grazi Gama, e não podem ser reproduzidas sem prévia autorização da mesma.

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O borogodó do Fashion Business

17 Jan

Confesso que, até bem pouco tempo, achava que o Fashion Business era o primo pobre do Fashion Rio. Acho que isso só mudou quando, no ano passado, eu pude conferir o desfile do Victor Dzenk (lembram?). E, esse ano, acabei indo à feira mesmo, pela primeira vez. Eu e Grazi rodamos o pavilhão dentro do Jockey Club por horas e horas. E sabe o que eu achei mais legal? A ausência de frescura. Sim, porque o Fashion Rio é um mar de afetação, e você fica ali, à deriva, tentando descobrir o que é real e o que não é. No Business não, é  uma ducha de realidade. Ali só gente que coloca a mão na massa: fabricantes, compradores, jornalistas. O que você vê nos stands é o que, de fato, estará nas vitrines no próximo inverno. Por isso achei que o evento tem muito mais a minha cara, pois lida com aspectos mais palpáveis, de mercado mesmo, coisas com as quais eu quero trabalhar.

Pra quem nunca foi: visualmente, o evento não difere de uma Bienal do Livro ou Feira da Providência. As marcas montam seus stands (as badaladas tem stands maiores, as pequenas muitas vezes se juntam em um stand só) e expõem tudo o que faz parte da coleção de inverno. Então você pode entrar, tocar e, se for comprador de uma loja, já definir o que vai querer para as suas araras. Essa é uma oportunidade incrível para conhecer marcas novas.  Tem gente de todos os estados querendo alcançar pontos de venda nas principais capitais. Nisso, há espaço para moda feminina, masculina, joias, bolsas, sapatos. E como a gente adora conhecer coisa nova, achei que seria uma boa abrir espaço para essas marcas menores aqui no blog. O que vocês acham?

Selecionei, a princípio, 3 marcas que eu não conhecia para fazer posts. Não são posts pagos, mas tenho certeza que funcionam como publicidade para a marca. E acho interessante pra gente fugir um pouco das marcas-desejo de sempre (cada dia mais caras!) e tentar incentivar a moda nacional como um todo. Nada melhor do que a concorrência para elevar a qualidade dos produtos, não é?

Então, o que acham desse caminho para o blog? Vocês gostariam de conhecer marcas novas?

 

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Tá tirando onda, tá tirando ondinha.

12 Jan

Eu não chego a considerar o So Shopaholic! um blog de moda, acho que, no fim das contas, é um blog sobre “tudo o que a Fernanda gosta”, o que, logicamente, acaba incluindo moda. Por isso, quando chega o Fashion Rio, eu sempre fico meio assim de ficar pedindo convites, mendingando no twitter e talz. Aí, em cima da hora, penso é, bem que podia ser legal ir, arrumo um convite e vou lá dar pinta. Pq o que acho mais legal no Fashion Rio é ver gente. Ver os looks, os cabelos, encontrar gente querida, essas coisas. Os desfiles eu acabo vendo no GNT mesmo.


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[Fashion Rio Edition]

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Desta forma, o evento é bom para…

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1. Fazer a Rica

Você arruma um convite para um lounge e não tem água – mas prosecco tem. E se tem coisa mais rica que ficar bebinha de prosecco, deve ser ficar bebinha de champagne (mas infelizmente não nego minha origem e não curto champagne, beijos). Então você pode fazer como eu: ir no lounge de uma revista (no meu caso, da ELLE), beber prosecco, comer quitutinhos, pegar várias revistas e partir.

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Vivi

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Carol

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2. Encontrar as amigue

Eu não sei encontrar pessoas e não soltar gritinhos – me julguem. Quando vi a Vivi, que só conhecia pelo blog, face e afins, fiquei meio na dúvida. Gritei Vivi, mas ela não respondeu. Aí, quando demos de cara uma com a outra, não teve como negar, era ela. Conversamos horrores, foi tão bom.

A Carol, toda linda, vocês devem lembrar dela nesse post sobre casamento. Trabalhamos juntas e ela era uma inspiração diária para looks bacanas. Olha ela aí, me fazendo suspirar com esse largo-largo e seu batom vermelho!

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As jornalistas Carolina Machado (macacão lindo) e Luciana Florêncio (vestido incrível)

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Nathane (saia longa) – Fernanda (óculos) – Amanda (calça vermelha)

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3. Fotografar looks bacanas

Pra quem abordava os transeuntes do Jardim Botânico com um celular, até que a coisa melhorou, né não? Fui acompanhada da fotógrafa Grazi Gama (lembra dela aqui?), que exercitou o olhar (e o maxilar, só falamos bobagem) nesse Fashion Rio pela primeira vez! Não estão lindas as imagens? Amei o macacão do 1º look, e vocês? De qual gostaram mais?

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4. Ver gente famosa

Quando a Grazi foi tirar foto do Dudu Bertholini, eu fiz a tiete total. Dudu, eu te sigo no instagram e amo as suas produções… mas amo mesmo as suas poses. Posso tirar uma foto contigo? Pronto! Eu e minha companheira de aventuras Ana eternizamos esse inesquecível momento de glamour.

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5, 6, 7, 8… Ver crespos inspiradores

Mesmo com poucas meninas negras na passarela dos desfiles (na boa, são pouquíssimas! ainda mais se você for comparar com as branquinhas-loirinhas-todas-iguais), você vê meninas LINDAS com cachos de babar! Fotografei algumas e inseri na galeria abaixo:

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Curtiram? Ou fiquei muito metida?

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OBS.: Gostaria de agradecer à Nathália Ilovatte, que me entrevistou para o portal iG Teen! Fiquei rindo na hora que recebi o e-mail, pois finalmente ter 14 anos de idade mental me ajudou em alguma coisa, YAY!

Mas sério, a matéria é sobre “Como aprendi a aceitar meu corpo”, tudo a ver com as adolescentes (e com as adultinhas também, é ou não é?) e me fez lembrar de como é ser diferente da maioria – e não gostar disso. Passei grande parte da minha vida relaxando o cabelo e achando que ele nunca seria como eu queria. Achava lindo black e tudo mais, mas tinha muito medo de ser diferente – medo de me acharem estranha, de não arrumar namorado, de ficar masculinizada, imagina!  – e hoje penso que precisei amadurecer um pouco para voltar a usar o cabelo crespo, pra fazer mechas loiras, essas coisas. Então acho importante dizer às meninas novinhas: ser diferente também é bacana. Você pode ser até mais feliz do que quando queria ser igual à todo mundo.

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Chamem os paramédicos!

10 Jan
“Compulsão é um comportamento consciente e repetitivo, como um hábito que geralmente acompanha alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia. Tem como característica ser executado inúmeras vezes e acontecer quase que automaticamente. 
Obsessão pode ser um pensamento repetitivo, um medo ou apenas uma ideia que cisma em estar lá o tempo todo, é um desejo que chega, em alguns casos, a ser incontrolável. Algo que beira ao fanatismo.

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é uma doença em que os comportamentos compulsivos servem para compensar/anular/amenizar uma obsessão. Ao repetir determinada atividade (escrever, contar, limpar, etc), o indivíduo sente um alívio (momentâneo), que dura até que o próximo pensamento obsessivo surja.”

E daí que estou obcecada pelo Ryan Gosling e, hmmmm, acho que é um problema. Para amenizar esse sentimento, quero ver todos os seus filmes e fazer mil posts a respeito. Tá bom pra vocês?
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Por mim, tudo bom.
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João já se refere a ele como “aquele babaca”, o que é um bom sinal – inclui o Ryan no hall dos queridos junto com River Phoenix (“aquele viadinho”) e Robert Pattinson (“o vampiro”). Vida longa e muito amor.
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Com isso, eu já vi, na ordem:

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Blue Valentine – Namorados Para Sempre
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Taí um péssimo título para o português (alô falsas esperanças!), mas um lindo filme. É triste, não aconselho para quem está em crise no relacionamento, mas é poético e bacana. Fui ver com a minha amiga Rê não sei pq exatamente, mas lembro que falei: olha, é com esse cara aqui ó [link de imagem do google], o Ryan Gosling. Adoro o tipo. Sendo que não lembro de ter visto qualquer filme que seja com ele. Mas né, sobre Blue Valentine, já falei que é muito triste? Então. Tipo isso.
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Tags: fim de relacionamento, crises no relacionamento, separação, drama.
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All Good Things – Entre Segredos e Mentiras
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Praticamente arrastei o João para o cinema: “Esse filme é muito bom, sabe?”. Nada, o filme é uma bela bosta, só vale mesmo por algumas cenas sem camisa e Ryan com cara de psicopata. Leia minha pseudo crítica aqui.
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Tags: cara de cachorrinho, cara de puto, cena sem camisa, suspense.
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Crazy, Stupid Love – Amor a Toda Prova
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Pôôô… quem disse que pra ser blockbuster tem que ser ruim? Esse aí é a prova de que dá pra fazer um filminho de fim de semana bem bacana, com texto amarradinho, interpretações no tom e piadinhas rápidas. Ok, agora acabei a parte séria da crítica: RYAN TÁ TIPO SENSACIONAL. No more words.
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Tags: pelado na sauna, cenas sem camisa, ternos ajustados, comédia.
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The Notebook – Diário de uma Paixão
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Quando a Cat soube que eu tinha desenvolvido essa pequena obsessão, correu para me recomendar esse filme. É lindo! É romântico! Ele está lindo!, foram alguns de seus argumentos. Não que eu precisasse ser convencida, claro. Baixei o filme e, oi? assisti 3 vezes. Não que o filme seja incrível, muito pelo contrário: o texto é fraco, a linha de raciocínio tem alguns furos, mas o romance supera tudo, sabe?  Como não curtir?
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Tags: menina rica, garoto pobre, amor impossível, sessão da tarde, romance.
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♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥
E agora, minha gente? Isso não pode ficar assim. Paixonite nenhuma pode correr solta sem a obsessão que é ver todos os filmes da criatura. Considerado um dos melhores atores de sua geração, Ryan não é só um rostinho bonito, tsá? Os dois  últimos lançamentos com ele foram bastante elogiados: Tudo Pelo Poder (Ides of March), que já está em cartaz por aqui e rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e Drive, que eu não sei quando chega aos cinemas brasileiros, e é justamente o que eu mais quero ver. Além disso, Ry (aquela que disfarça preguiça para digitar com intimidade) se veste super bem, por isso quero aproveitar a neurose para fazer o tão esperado post de moda masculina que está nas minhas resoluções de fim de ano.
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Por isso, leitores, aguardem: Ryan virou muso do blog.
♥♥♥♥♥♥♥♥♥

Uma vontade: tattoo de coração

9 Jan

É por mero acaso que eu não tenho um monte de tatuagens (por enquanto, só uma mandala nas costas e um coração com a frase “all my loving” na costela direita). Tem muito a ver com não encontrar o momento certo e o desenho certo.

No momento, estou apaixonada por pequenas tatuagens de coração. Pequenas, geralmente só com o contorno. Acho a coisa mais linda e delicada. Ainda estou considerando – e, enquanto isso, pesquisando e me apaixonando por fotos lindas:

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Da modelo Viviane Orth

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Adorei esse maiorzinho…

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Tem mais fotos na galeria:

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Hmmm… será que essa vontade vira uma tatuagem de verdade? Quem aí também está acalentando uma vontadezinha como essa?

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UPDATE: E nossas musas da blogosfera (quem mais odeia o termo?) com seus lindos corações?

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Tattoos da Ana, do Era uma vez.

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Tattoo da Mel, do Deveria Estar Estudando

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Novidadinha!

7 Jan

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Aproveitando o meu tempo livre, fiz uma limpa no meu armário (lá da casa dos meus pais) e encontrei bastante coisa. Então fica combinado assim: peças novas, todos os dias, até o fim de janeiro, quando o bazar se auto destruirá.

Começa segunda-feira!

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P.S.: Falou o link, né! hahaah Clique aqui.

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Nove

6 Jan

Eu não sei como passei tantos anos sem reparar em você. Não sei como demorou tanto para que uma amiga em comum “me colocasse na sua fita”, mesmo depois de anos estudando na mesma escola, na mesma série. Eu fugindo da aula (quem aguenta?), você sendo expulso de sala pelo professor (perseguido!), a gente sentou em um dos bancos do pátio e começou a conversar. Foi aí que eu vi. Vi que tinha algo diferente ali na minha frente e, mesmo sem saber o que era, me encantou. E eu fiquei intrigada para saber o que era aquilo que só você tinha.

Foram seis meses até que a gente começasse a namorar (você diz que foi menos, mas como eu teria certeza?). Naquele seis de janeiro, naquele deck, de frente pro mar, você disse que eu era sua namoradinha. E sou até hoje, nove anos depois. E continuo vendo em você algo que não existe em ninguém. Eu não sei bem o que é, na verdade. Você é diferente de tudo. É tão intrigante que não me canso de procurar.

Feliz aniversário pra gente.

 

“atropelo, tropel, torpor, estupor”

6 Jan

Eu não consigo deixar de me admirar toda vez que leio um bom livro. Me parece um dom ver gente que sabe lidar tão bem com as palavras, descrever situações corriqueiras de uma forma tão simples, mas tão bonita que você jamais pensaria igual. E mesmo assim não parece um esforço – parece que a frase nasceu espontâneamente ali, naquelas páginas.

Estorvo, do Chico Buarque, foi o último livro que eu li em 2011. Eu adoro a prosa dele (se já não bastassem as canções e os olhos azuis), e recomendo o livro, que dá para ler num só dia chuvoso. É uma narrativa que te leva abruptamente, do mesmo jeito que carrega o protagonista, que parece agir ao sabor dos acontecimentos, quase como se a vida seguisse sem depender da vontade dele.

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Ela preenche o cheque, e seus cabelos castanhos não me permitem ver se está mesmo sorrindo, nem se esse sorriso quer dizer que eu sou um pobre diabo. A assinatura negligente, junto com o sorriso que não posso ver, quer dizer que aquele dinheiro não lhe fará falta. O ruído ríspido do cheque destacado de um só golpe pode querer dizer que essa é a última vez. Mas a maneira de encobrir e pousar o cheque ao lado do meu pires, como quem passa uma carta boa, e de retirar a palma acariciando a toalha, como quem apaga alguma coisa e diz “esquece”, significa que poderei contar com ela sempre que precisar. Ela se levanta e diz que está atrasada, diz “fica à vontade”, não sabe se sorri, molha os lábios com a língua, leva os cabelos para trás da orelha e vai.

 

Fica a dica.

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